Justiça

Quem matou Leôncio? Três meses depois, crime segue sem resposta

Polícia Federal e Ministério Público Federal mantêm investigação sob segredo de Justiça

Por Gabrielly Farias 01/07/2026 16h04 - Atualizado em 01/07/2026 17h05
Quem matou Leôncio? Três meses depois, crime segue sem resposta
Leôncio foi morto com extrema violência - Foto: Reprodução vídeo do Instituto Biota

Três meses após a morte do elefante-marinho Leôncio, o crime que repercutiu em Alagoas e em todo o país continua sem resposta. Até o momento, ninguém foi identificado, e as investigações seguem sob segredo de Justiça, conduzidas pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF).

Leôncio foi encontrado morto no dia 31 de março, na Praia de Lagoa Azeda, em Jequiá da Praia, quatro dias após desaparecer. Antes disso, o animal havia permanecido por semanas no litoral alagoano, passando por praias de Maceió e municípios do Litoral Norte, onde era monitorado por equipes do Instituto Biota de Conservação e outros órgãos ambientais.

O laudo da necropsia descartou morte natural e apontou que o elefante-marinho morreu após sofrer traumatismo craniofacial. O exame também identificou diversos cortes provocados por instrumento cortante e concluiu que as agressões ocorreram enquanto o animal ainda estava vivo.


Com base na perícia, o caso passou a ser investigado como crime ambiental. Desde então, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal conduzem as investigações, que permanecem sob segredo de Justiça.

Passados três meses da morte de Leôncio, os responsáveis pelo crime ainda não foram identificados, e não há informações sobre suspeitos ou prisões.