Quem matou Leôncio? Três meses depois, crime segue sem resposta
Polícia Federal e Ministério Público Federal mantêm investigação sob segredo de Justiça
Três meses após a morte do elefante-marinho Leôncio, o crime que repercutiu em Alagoas e em todo o país continua sem resposta. Até o momento, ninguém foi identificado, e as investigações seguem sob segredo de Justiça, conduzidas pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF).
Leôncio foi encontrado morto no dia 31 de março, na Praia de Lagoa Azeda, em Jequiá da Praia, quatro dias após desaparecer. Antes disso, o animal havia permanecido por semanas no litoral alagoano, passando por praias de Maceió e municípios do Litoral Norte, onde era monitorado por equipes do Instituto Biota de Conservação e outros órgãos ambientais.
O laudo da necropsia descartou morte natural e apontou que o elefante-marinho morreu após sofrer traumatismo craniofacial. O exame também identificou diversos cortes provocados por instrumento cortante e concluiu que as agressões ocorreram enquanto o animal ainda estava vivo.
Com base na perícia, o caso passou a ser investigado como crime ambiental. Desde então, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal conduzem as investigações, que permanecem sob segredo de Justiça.
Passados três meses da morte de Leôncio, os responsáveis pelo crime ainda não foram identificados, e não há informações sobre suspeitos ou prisões.
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