Ana Furtado fala sobre os cinco anos do É de Casa
"Cresci e aprendi muito", conta apresentadora
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Neste sábado (8), o É de Casa, atração global que surgiu com a proposta de trazer informações jornalísticas, dicas de estilo de vida, culinária, artesanato e jardinagem nas manhãs de sábado da emissora, completa cinco anos. Apresentadora do matinal ao lado de André Marques, 40, Cissa Guimarães, 63, e Patrícia Poeta, 43, Ana Furtado, 46, falou ao F5 sobre o aprendizado, desafios e alegrias que estar a frente de um programa ao vivo lhe trouxeram ao longo dos anos.
"Cresci e aprendi muito, criei amigos e recebi muito carinho também", conta, destacando que a aproximação com o público "sempre foi o DNA" do É de Casa, assim como questões relacionadas a identificação e representatividade. "Buscamos dar voz ao telespectador e entregar soluções e caminhos para as suas demandas e necessidades sem deixar de lado o entretenimento", ressalta.
Mesmo durante a fase mais crítica do isolamento social imposto pelo corona, o matinal continuou sendo exibido, com algumas adaptações. Atualmente, com exceção de Cissa, que continua trabalhando remotamente, os outros apresentadores já voltaram aos estúdios. Ana descreve como "praticamente heroico", todos os esforços feitos para que a atração permanecesse ao vivo por cinco horas durante o período de pandemia.
"Todos nós tivemos muita coragem e empenho para continuar fazendo o nosso melhor trabalho ao enfrentar essa realidade assustadora", pontua a ex-modelo, ressaltando que no momento atual "o brasileiro precisa de informação verdadeira, prestação de serviço, esclarecimentos sobre o que estamos passando e como podemos nos proteger de forma simples, clara e direta".
Ana acredita que tão importante quanto estar atento aos assuntos relacionados a Covid é reconhecer e valorizar aqueles a quem ela chama de "herois da pandemia e suas inspiradoras histórias de superação". Um facilitador para o trabalho neste período foi o fato dos apresentadores já terem o hábito de usar a videoconferência no cotidiano do matinal. "Já fazíamos entrevistas nesses formatos. Apenas cresceu o volume. Foi simples e natural", ressalta.
Para ela, melhor do que fazer o que se gosta é falar não só sobre assuntos que você domina, mas também a respeito daqueles que considera interessantes. "No meu caso aprender sempre foi um prazer. Agora no Viva o Verde, por exemplo, tenho aprendido tanto sobre jardinagem, assunto que amo mas não domino. Muito interessante e prazeroso".
A apresentadora finaliza a entrevista contando que uma das melhores lembranças, entre as muitas que tem nesses cinco anos do É de Casa, é a saudade que sente de tirar para dançar Tiago Leifert, 40 – que foi apresentador do matinal entre 2015 e 2016 – durante os musicais do programa. "Meu querido pezinho de chumbo...[risos]. Ele não conseguia escapar de mim. Garantia de boas risadas", conclui Ana.
Veja também
Últimas notícias
Cabo Bebeto denuncia corte de 15% nos salários de médicos estaduais
Justiça torna réus 12 denunciados por queda de avião da Voepass
Igreja em Arapiraca é reconhecida como patrimônio cultural de Alagoas
Meio/Ideia: Flávio tem 51,1% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,9%
Alfredo Gaspar participa do Bloquinho do 22 nesta quinta-feira em Maceió
Adolescente morre após ser atropelado por ônibus enquanto andava de bicicleta
Vídeos e noticias mais lidas
Merendeira é homenageada por equipe de escola em despedida
[Vídeo] Chuvas abrem cratera e motoristas correm riscos na AL-101 Norte
Táxi de Arapiraca fica submerso após avanço da correnteza na Praia do Peba
Jovem é preso com arma e drogas no bairro do Jacintinho, em Maceió
