Grávida, Tatá Werneck aparece com umbigo pequenininho em foto; é normal?
A foto causou polêmica nas redes sociais
Uma foto da apresentadora Tatá Werneck, grávida de sete meses, causou polêmica nas redes sociais.
No clique, que mostra a barriga, os internautas acharam estranho o tamanho do umbigo da humorista, quase imperceptível.

Mas apesar de curiosa, a forma, de acordo com Alberto Guimarães, mestre em ginecologia e obstetrícia pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), não significa nada. "O umbigo é uma cicatriz umbilical e o abdômen inteiro tende a distender durante a gravidez. A cicatriz acompanha essa mudança e sua forma não é sinal de qualquer problema de saúde -- assim como em quem não está grávida, cada um tem uma aparência diferente", explica.
O especialista explica, ainda, que conforme a gravidez avança, o natural é que a pele estique cada vez mais. "Na fase dela, de estirão, é normal ficar pequeno, por que já a pele já precisou estender. Com o passar dos meses, a aparência fica bem aplanada", enfatiza.
A higiene com o local, de acordo com o médico, deve ser feita de forma comum durante o período da gravidez. "É apenas recomendável evitar mexer muito no local, com cotonetes ou grampos.A mulher também não deve se preocupar se a área for mais escura, é uma característica natural das cicatrizes", conclui.
Veja também
Últimas notícias
Bolsonaro volta à prisão na PF após receber alta hospitalar
Primeira-dama e prefeito JHC divulgam programação do Verão Massayó 2026
Turistas e ambulantes bloqueiam trânsito na orla da Ponta Verde e DMTT pede apoio da polícia
Jangada com fogos vira no mar e provoca pânico durante Réveillon em Maragogi
Primeiro bebê de 2026 em Alagoas nasce no Hospital da Mulher, em Maceió
Gusttavo Lima faz pocket show surpresa em resort na Barra de São Miguel e encanta hóspedes
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
