Pesquisa mostra que luz do sol mata coronavírus rapidamente em superfícies e no ar
O estudo descobriu que o novo coronavírus morre mais rapidamente quando na presença da luz direta do sol
Uma pesquisa do setor de ciência e tecnologia do Departamento de Segurança Nacional (DHS) dos Estados Unidos apontou que altas temperaturas, umidade e luz do sol matam o coronavírus presente em gotículas de saliva em superfícies não-porosas e no ar.
“Nossa observação mais impactante é sobre o efeito poderoso da luz solar parece ter para matar o vírus em superfícies e no ar”, afirmou Bill Bryan, do DHS. “Vimos efeito similar também ao aumentarmos temperaturas e umidade, o que acaba criando um ambiente menos favorável para o vírus.”
As descobertas foram reveladas em coletiva de imprensa na quinta-feira (23), em ação conjunta do DHS e a força-tarefa da Casa Branca.
O estudo descobriu que o novo coronavírus morre mais rapidamente quando na presença da luz direta do sol, e sobrevive melhor em condições de confinamento.
A pesquisa ainda apontou que água sanitária e outros desinfetantes também matam o vírus rapidamente.
O DHS continuará a analisar as gotículas contaminadas e como elas reagem em diferentes ambientes e substâncias.
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