Escorpiões: diretor de hospital explica como evitar e comenta caso recente em Matriz de Camaragibe
Segundo o diretor do hospital, é comum acidentes com animais peçonhentos na cidade mas casos que vem a óbito são raros
O programa de rádio Na Mira da Notícia, apresentado pelo radialista Ângelo Farias, na 96 FM, recebeu nesta quinta-feira (9), Jedderson Clayton, diretor do hospital em que a criança de 3 anos deu entrada após ser picada por um escorpião e acabou vindo a óbito, em Matriz de Camaragibe.
“Ela deu entrada aqui em nosso hospital às 18h30m e prestamos todo o atendimento possível logo após”, explicou Jedderson. Ele ainda relatou que a criança “chegou com sonolência” e reclamando de dor no pé, aonde havia uma pequena mancha.
“O médico atendeu, seguindo todo o protocolo exigido, fazendo os primeiros atendimentos para bloquear a questão do veneno e, após fazer esse procedimento rápido, ele a encaminhou para Maceió, no nosso ponto de referência para acidentes com animais peçonhentos, que é o HDT (Hospital de Doenças Tropicais)”.
Quando a vítima chegou no hospital da capital seu estado já “estava muito agravado e daí eles encaminharam para um procedimento aplicando soro e a encaminharam para o HGE (Hospital Geral do Estado)”, relatou. O óbito foi constatado às 00h45m.
Segundo o diretor do hospital, é comum acidentes com animais peçonhentos na cidade mas casos que vem a óbito são raros.
“É uma situação que precisa educar a população para não acontecer outra tragédia desse nível”, acrescentou.
Por ser uma região canavieira e o período de safra estar iniciando, a queimada provoca um aumento na população de escorpiões e outros animais no meio urbano. “Nossa cidade é tipicamente de interior, rodeada de zona rural e isso faz com que aumente e seja bem mais propício. Mas os fatores são questões de ter cuidado em casa com a o acúmulo de mato, lixo e entulho, para que essas criaturas não se proliferem”.
O diretor ainda pede que a população coloque redes nos ralos, fechem as brechas das portas e janelas e batam as roupas antes de vesti-las.
Ele finaliza informando que “todo o município tem vigilância sanitária, [a qual] existe o controle de epidemias que, se você tem um vizinho que tem um terreno baldio, um vizinho que não tem a mesma precaução que você, você pode acionar a secretaria e eles irão fazer a visita prontamente para verificar se existe algum foco de animais peçonhentos e agir imediatamente”.
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