TSE rejeita por unanimidade ações contra Lula por supostas irregularidades nas eleições
Uma das ações é de autoria da coligação Pelo Bem do Brasil e do ex-presidente e candidato derrotado à reeleição, Jair Bolsonaro
Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu arquivar ações que investigam supostas irregularidades cometidas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo vice, Geraldo Alckmin, nas eleições presidenciais do ano passado. Os ministros entenderam que não ficou configurado o abuso de poder econômico ou o uso indevido dos meios de comunicação.
Uma das ações é de autoria da coligação Pelo Bem do Brasil e do ex-presidente e candidato derrotado à reeleição, Jair Bolsonaro (PL). A acusação afirma que, ao utilizar as palavras-chave “Lula condenação”, “Lula Triplex”, “Lula corrupção PT”, entre outros, encontrou na internet uma página repleta de anúncios pagos pela coligação Brasil da Esperança.
Ou seja, segundo a ação, o buscador retornava conteúdos patrocinados favoráveis ao candidato Lula, que citavam uma suposta perseguição da qual ele teria sido alvo e uma pretensa “absolvição”.
A ação diz ainda que a coligação adversária praticou abuso do poder econômico e dos meios de comunicação ao, respectivamente, violar a igualdade de oportunidades e promover “notícias fraudulentas” para “omitir informações do eleitorado”.
Outra ação, também apresentada pela coligação Pelo Bem do Brasil e por Jair Bolsonaro contra Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, aponta a suposta prática de uso indevido dos meios de comunicação.
Prevaleceu o entendimento do relator, ministro Benedito Gonçalves. Para o ministro, não houve gravidade de impulsionamento na internet.
"Exaurida todas as provas sobre o tema, não foi demonstrada a 'ocultação de páginas' por 'conveniência eleitoral'; não foi demonstrado que o conteúdo de destino 'falseava a verdade'. Não foi demonstrado que a contratação do anúncio foi capaz de alterar o padrão de funcionamento do buscador. Fato é que os investigantes nunca estiveram próximos de comprovar a alegada manipulação do eleitorado”, disse.
A defesa de Bolsonaro afirmou que há prova de que havia a intenção de manipular, falsear a verdade dos fatos, editar uma verdade mais conveniente em detrimento da livre circulação de informações.
“Os novos achados evidenciaram ainda mais a manipulação do tráfego informacional pela empresa Google com viés negativo e com viés desinformador. Tem-se por exemplo que a contratação pelos investigados de uma campanha com inúmeras palavras-chave nem remotamente ligadas conduziam a essa grave acusação de pedofilia. Um crime gravíssimo”, afirmou.
Já a defesa de Lula ressaltou que a campanha jamais chamou Bolsonaro de pedófilo. “Tal campanha de impulsionamento foi feita em razão da necessidade de defesa de Lula em razão de fake news, desinformação, propagadas diuturnamente e era obrigado a enfrentar durante a campanha.”
Últimas notícias
Hemoal realiza cadastro para doação de medula óssea no Ifal do Benedito Bentes
Obras de drenagem e pavimentação avançam na comunidade Sabiá, em Palmeira dos Índios
Reação de Sérgio Moro à fala de Flávio Bolsonaro sobre encontro com Daniel Vorcaro repercute nas redes sociais
Romaria de Frei Damião movimentará Canafístula com três dias de fé e devoção em Palmeira dos Índios
Homem é preso com armas após denúncia de disparos contra animais em Piaçabuçu
No Dia Nacional de Combate à Violência Infantil, Girau faz caminhada do Maio Laranja
Vídeos e noticias mais lidas
Publicado edital para o concurso do Detran; veja cargos e salários
Jovem é expulso após ser flagrado se masturbando dentro de academia de Arapiraca
Jovem morre após complicações de dengue hemorrágica em Arapiraca
Com avanço das obras, novo binário de Arapiraca já recebe sinalização e mobiliários urbanos
