Homem é preso por porte ilegal de arma de fogo em Maragogi
Arma foi descoberta durante abordagem
Durante patrulhamento de rotina em Maragogi, a guarnição do Pelopes realizou a prisão de um homem por porte ilegal de arma de fogo e posse irregular de munições. O caso aconteceu na madrugada deste sábado (27), por volta das 03h27, na Rua Melquiades Lindoso, no Centro.
Segundo o boletim, a equipe policial recebeu informações sobre aglomeração de pessoas em frente a um bar, com consumo de bebidas alcoólicas e som em volume excessivo. Ao chegar ao local, os policiais solicitaram a redução do volume do som e iniciaram a abordagem aos presentes.
Durante a ação, foi constatado que uma motocicleta estava estacionada de forma irregular sobre a calçada. Ao identificar o proprietário e inspecionar o veículo, os policiais encontraram um revólver calibre .38 e munições intactas no compartimento interno da motocicleta.
Diante da situação, o suspeito foi conduzido ao CISP de Matriz de Camaragibe, onde foi apresentado à autoridade policial para lavratura do flagrante. A moto foi recolhida ao batalhão, aguardando que um condutor habilitado realizasse a retirada. Para garantir a segurança da equipe e do próprio custodiado, foi necessário o uso de algemas.
Últimas notícias
Vacina que previne bronquiolite em recém-nascidos chega a Palmeira dos Índios
Colisão entre veículos deixa motoqueiro ferido na rodovia AL-105
Hemoal leva equipe itinerante para coletar sangue em Coruripe nesta quinta-feira (12)
Música desperta memórias em paciente com suspeita de Alzheimer no Hospital da Cidade
Ação do MPAL resulta em decisão judicial contra ILPI Bem Viver e gestora por negligência com pessoas idosas
Tenente-coronel Josiene Lima é a nova superintendente do Ronda no Bairro
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
