Alagoas vai passar a contar com mais um Centro de Referência em Saúde do Trabalhador
A nova unidade, que será aberta em Porto Calvo, recebeu recursos do Ministério da Saúde para funcionar
Alagoas vai passar a contar com mais um Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), serviço de retaguarda técnica, que presta assistência e notifica as doenças relacionadas com as atividades laborais. A nova unidade, que já recebeu habilitação do Ministério da Saúde (MS), será aberta no município de Porto Calvo, ainda no primeiro semestre deste ano.
Conforme o cronograma apresentado na habilitação, o Cerest de Porto Calvo atenderá também os trabalhadores dos municípios de Jacuípe, Japaratinga, Maragogi, Matriz de Camaragibe, Passo de Camaragibe, Porto de Pedras, São Luís do Quitunde e São Luiz dos Milagres. Estas oito cidades integram a II Região de Saúde.
O novo Cerest de Porto Calvo receberá do Ministério da Saúde um aporte da ordem de R$ 100 mil para estruturação da unidade, além de R$ 60 mil mensais para auxiliar no custeio. Além do Cerest Estadual, Alagoas conta com unidades do Cerest municipais em Arapiraca, Maceió e Santana do Ipanema, que atendem todas as regiões do estado.
Para a supervisora do Cerest estadual, Elisabete de Macedo, a ampliação da rede é essencial para mais segurança e apoio aos trabalhadores alagoanos. “Com a nova unidade, ficam fortalecidas as ações de prevenção e vigilância, além de oferecer assistência especializada aos trabalhadores dos setores formal e informal, autônomos e desempregados com doenças relacionadas ao trabalho”, destacou.
Elisabete de Macedo ressaltou, ainda, que a gestão estadual ficará responsável pela fiscalização e apoio logístico ao novo Cerest de Porto Calvo. “Alagoas conta com uma das melhores e mais eficazes redes de apoio aos trabalhadores do país. E, com a ampliação dessa rede, o Estado poderá disponibilizar ainda mais segurança e bem estar para os trabalhadores com ações de prevenção e análises de acidentes de trabalho, assegurando que todos os seus direitos sejam respeitados”, assegurou.
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