Lula é "mercadoria vencida" e apresenta "sinais de fadiga", diz Flávio
Em coletiva na 31ª edição da feira Agrishow, o pré-candidato à Presidência chamou o atual chefe do Executivo de "produto fadigado"
Pré-candidato à Presidência, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chamou, nesta segunda-feira (27), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de "produto fadigado" e afirmou que o chefe do Executivo é "mercadoria vencida".
A declaração ocorreu em coletiva de imprensa, ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), após participação na 31ª feira Agrishow, que acontece em Ribeirão Preto, no interior paulista.
"Não está compensando mais investir no Brasil, o Brasil faliu. O Lula é uma mercadoria que está vencida, ele está apresentando sinais de fadiga, que não tem mais energia e nem vontade de tocar esse país, parece que ele quer afundar cada vez mais o nosso Brasil, e deixar um problema para o próximo presidente resolver", afirmou Flávio.
O senador afirmou ainda que, sendo eleito, vai enxugar as contas públicas. "Essa taxa de juros vai cair, o Brasil vai voltar a ser um ambiente muito atrativo, não apenas só para brasileiros, mas de fora também, com redução de carga tributária e tratando marginal, bandido perigoso, como tem que ser tratado, ficando preso, que é um outro problema também da nossa produção com o jogo de carga".
A CNN pediu um posicionamento do Palácio do Planalto a respeito da fala de Flávio e aguarda retorno.
"Produto fadigado"
Ao falar sobre o resultado da pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta manhã, Flávio disse que os levantamentos "mostram o retrato do governo".
"É unânime que nas pesquisas há uma tendência de crescimento nosso e uma queda do produto fadigado que é o Lula. Óbvio que a gente fica feliz quando a pesquisa é boa para nós, quando a pesquisa é ruim para a gente, a gente critica a pesquisa, arruma defeito nela. Então a gente fica satisfeito de ver essa tendência acontecendo", afirmou.
Segundo a pesquisa, em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio, o resultado é um empate técnico, ou seja, dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A aferição mostra o petista com 46% das intenções de voto, enquanto o senador aparece com 45%. Aqueles que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois somam 8%. Outro 1% não sabe ou não respondeu.
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