Mototaxistas estão entre os 16 presos em operação deflagrada em Palmeira dos Índios
Em entrevista, comandante do BPM explica que quadrilha utilizava serviços de transporte
Entre os 16 presos na Operação Sem Fronteiras, deflagrada na manhã desta terça-feira (05) em Palmeira dos Índios, há pessoas que prestam serviços de mototáxi. A informação é do comandante do 10º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Nilton Rocha, em entrevista para o 7Segundos Palmeira.
"Algumas pessoas, em vez de ganhar seu dinheiro honestamente se beneficiam do seu serviço como mototáxi ou de outras situações, para fazer o transporte tanto de marginais, como de entorpecentes, armas e produtos de roubo. Na conjuntura dessa facção, esse apoio é muito importante para os criminosos", declarou o comandante.
No início da tarde, um balanço da operação dava conta da prisão de 16 pessoas, 11 homens e cinco mulheres, que são acusados de crimes como tráfico de drogas, assaltos e homicídios, incluindo ainda suspeito de participação no assassinato do filho de um sargento da PM.
Além das prisões, também foram apreendidas armas de fogo, celulares, tablets e veículos que prestavam serviço à quadrilha. De acordo com o comandante do Batalhão, a operação serve para melhorar a sensação de segurança da população.
"As prisões desses elementos vai trazer paz à população de Palmeira e de toda a região. São pessoas envolvidas com vários ilícitos, velhos conhecidos da Polícia Militar e da Polícia Civil", afirmou o tenente-coronel.
De acordo com ele, a participação da população é essencial para que ações policiais como esta tenham resultados positivos. Por conta disso, o Batalhão irá reforçar a campanha do Disque Denúncia, distribuindo adesivos em vários estabelecimentos de Palmeira dos Índios divulgando o telefone 181 para o recebimento de denúncias de crimes ou a respeito de investigações e de criminosos.
"O 10º Batalhão está fazendo trabalho de divulgação do Disque Denúncia 181, para que a população acredite nessa ferramenta como uma mão amiga. A partir do momento que você denuncia, você muda a vida de alguém, muda a própria vida. Quem denuncia, não precisa provar nada do que denunciou, não precisa ir à delegacia ou ao Batalhão", ressaltou.
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