Governo não compactua com qualquer ato irregular, diz MEC após prisão de Ribeiro
Em nota, Ministério da Educação disse que recebeu equipe da Polícia Federal nesta quarta (22) para "continuar colaborando com todas as instâncias de investigação"
O Ministério da Educação (MEC) afirmou, nesta quarta-feira (22), que “não compactua com qualquer ato irregular”.
O posicionamento da pasta acontece após o ex-ministro Milton Ribeiro ser preso preventivamente em uma operação da Polícia Federal, que investiga a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do MEC.
Em nota de esclarecimento, o Ministério afirmou que recebeu, nesta quarta (22), uma equipe da Polícia Federal “para continuar colaborando com todas as instâncias de investigação que envolvem a gestão anterior da pasta”.
O MEC ainda afirmou que continua a contribuir com “os órgãos de controle para que os fatos sejam esclarecidos com a maior brevidade possível”.
“O MEC ressalta que o Governo Federal não compactua com qualquer ato irregular e o continuará a colaborar com as investigações”, conclui a nota do Ministério.
O ex-ministro da Educação Milton Ribeiro foi preso preventivamente, nesta quarta-feira (22), em Santos. O mandado foi expedido no âmbito de uma operação da Polícia Federal (PF) deflagrada nesta quarta.
De acordo com a PF, a operação “Acesso Pago” tem o objetivo de investigar a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado ao Ministério da Educação (MEC).
O mandado de prisão preventiva expedido contra Milton Ribeiro cita os crimes de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência.
“O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal”, informou a PF.
Últimas notícias
Arapiraca ganha Ginásio Poliesportivo Alvino Grigório Neto, na Vila São José
Aplicativo do Tesouro Direto é desativado a partir desta segunda-feira
Motociclista morre após colisão com caminhão na Avenida Menino Marcelo
MPF ajuíza ação por degradação em lotes de condomínio em Marechal Deodoro
Nova sede da Embrapa Alimentos e Territórios será inaugurada em Maceió
Ministra das Mulheres visita Casa da Mulher Alagoana, em Maceió
Vídeos e noticias mais lidas
Comandante da PM emociona em homenagem a coronel que morreu após mal súbito
Cliente denuncia demora na entrega de carro após pagar quase R$ 110 mil
Abastecimento do Tabuleiro é paralisado para conserto de rompimento em adutora
Com mais de R$2,6 milhões destinados por Gabi Gonçalves, Rio Largo autoriza construção do Mundo TEA
