Politicando
Deputado é contra o auxílio-moradia aos integrantes do MPE
Após o recesso de Carnaval, os deputados estudais retornam às atividades parlamentares, na última terça-feira (07). E mais uma vez os debates serão intensificados tudo por conta do reajuste dos próprios salários e o auxílio-moradia para os integrantes do Ministério Público Estadual.
“Meu posicionamento quanto ao auxílio-moradia dos membros do ministério público foi o mesmo posicionamento quando foi analisado o projeto para o auxílio-moradia para os magistrados ano passado. Acredito que os dois projetos partem do mesmo equívoco, tratam como indenizatórias verbas fixas, destinadas de maneira irrestrita, e não somente àqueles membros das classes - que por situações específicas - necessitem realizar dispêndios com moradia”, declarou o parlamentar.
Rodrigo Cunha revelou ainda que não pretende ingressar na justiça porque a matéria já está no Supremo Tribunal de Justiça (STF) quando se espera que a liminar concedida pelo Ministro Luiz Fux seja discutida finalmente pelo plenário da Corte Suprema.
Primeiro imóvel
Sobre o desconto de 50% no registro da compra do primeiro imóvel financiado, Rodrigo Cunha ressaltou que não podemos admitir que os alagoanos não tenham esse desconto.
“A ideia de percorrer essas instituições é buscar apoio na luta por algo que é um direito do cidadão. Apenas em Alagoas, por uma decisão do Conselho Estadual de Magistratura, essa lei não é válida, prejudicando diretamente o consumidor, o setor imobiliário e o setor da construção civil. Já tem uma lei federal que garante isso” disse.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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