Politicando
AMA e Sebrae discutem parcerias para fortalecer municípios
Ações de desenvolvimento, principalmente as que estão voltadas para o fomento da economia foi a pauta do encontro que reuniu o presidente da AMA, Hugo Wanderley, o superintendente Wladimir Araújo e , pelo Sebrae em Alagoas, Marcos Vieira, também superintendente , o diretor técnico Ronaldo Moraes e a gerente de Políticas Públicas Renata Fonseca.
A ideia da AMA é estimular a geração de emprego e renda nos municípios, a partir de ações integradas envolvendo o poder público, a cadeia produtiva local e o Sebrae. Capacitar, organizar e oferecer condições e estratégias de desenvolvimento podem fazer a diferença nas cidades. O presidente da AMA diz que a seca prolongada enfraqueceu os pequenos negócios locais. Sem produção, sem oferta, sem produtos, sem dinheiro circulando é necessário reinventar mecanismos que reaqueçam os mercados, possam barrar a cadeia de perdas e assegurar o crescimento dos municípios.
O presidente citou a organização das feiras livres, a implantação de centrais de compras e a reorganização de cadeias produtivas, como a do leite, que ,mesmo com os problemas existentes, ainda possui experiências exitosas de quem apostou em técnicas inovadores. “São exemplos que precisam ser difundidos”, disse Marcos Vieira, do Sebrae, “ porque eles comprovam a eficácia do trabalho que o Sebrae faz.”
A prefeita de Belém, Paula Santa Rosa, que participou do encontro falou das dificuldades existentes , mas que os prefeitos têm buscado alternativas para promover gestões eficientes, voltadas para o bem estar da população.
A primeira ação solicitada pela AMA tem a parceria da Secretaria da Fazenda e será lançada dia 8 de maio. As salas do Empreendedor também vão passar a funcionar como um mini posto fazendário para facilitar a emissão de documentos.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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