Politicando

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Rodrigo Cunha aparece em terceiro lugar em pesquisa para o Senado

07/04/2017 07h07
Rodrigo Cunha aparece em terceiro lugar em pesquisa para o Senado

A corrida para o Senado Federal já começou, mesmo faltando mais de um ano para as eleições 2018. Os pré-candidatos já iniciaram a busca por apoio junto aos partidos e com a base aliada para as duas vagas destinadas a Alagoas no pleito do próximo ano. Em nova pesquisa elaborada pelo Instituto Falpe, aponta o nome do deputado estadual Rodrigo Cunha (PSBD) em terceiro lugar com 13,25% e muito próximo do senador Renan Calheiros (PMDB) que ocupa a segunda colocação com 14%.

Quem lidera a pesquisa de intenção de votos em Maceió é o também senador Bui de Lira (PP), com 15,75%. Um detalhe que chama a atenção dos bastidores da política é que até presente momento, o jovem deputado estadual tucano ainda não se pronunciou sobre a sua possível candidatura ao Senado Federal.

Rodrigo Cunha poderá ser a grande surpresa e representar uma terceira opção para aqueles que não queiram votar nem em Renan Calheiros e nem em Biu de Lira, em 2018. O tucano exerce uma forte liderança em Maceió e Arapiraca. Na maior cidade do interior de Alagoas, o deputado estadual foi decisivo para a eleição de Rogério Teófilo (PSDB).

O PSDB está decidido a lançar um nome para disputar uma das duas vagas que Alagoas tem direito. Cunha tem o apoio do prefeito de Maceió, Rui Palmeira, e do prefeito de Arapiraca, Rogério Teófilo. Na capital, Rodrigo Cunha teve uma expressiva votação nas eleições 2014.

O fato é que Arapiraca nunca teve representante no Senado Federal. Com isso cresce a possibilidade, nos bastidores da política do deputado estadual tucano ser o candidato do partido para concorrer ao Senado Federal em 2018.

Para que as peças se encaixem no tabuleiro de xadrez é preciso aguardar as convenções partidárias que serão realizadas em 2018 para que as informações dos bastidores se confirmem. Por enquanto, isso é apenas uma mera especulação.

No ninho tucano existe uma corrente que defende o nome de Teo Vilela, ex-governador e ex-senador para disputar uma das duas vagas ao Senado Federal.

Rodrigo Cunha já declarou inúmeras vezes que não deve a cabeça a ninguém. Uma coisa está muito clara nos bastidores da política em Alagoas, o tucano não pretende disputar a reeleição para a Casa de Tavares Bastos.

Neste cenário que o blog Politicando está traçando, o jovem parlamentar tucano pode mesmo ser a grande surpresa em 2018 e já está incomodando o Clã dos Calheiros.

Os números mostram a queda do senador Renan Calheiros na pesquisa quantitativa para saber a intenção de votos dos maceioenses. É notória a insatisfação com o nome do líder do Clã Calheiros.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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