Politicando
Site erra e traz informação falsa sobre consumo de combustível do gabinete de Rodrigo Cunha
Sistema de transparência do Senado mostra números extremamente menores
É falsa a informação de que o gabinete do senador Rodrigo Cunha (PSDB) gastou R$ 500 mil de combustível desde 2019. Uma checagem no sistema de transparência do Senado Federal mostra números extremamente menores. Uma reportagem com base em um suposto levantamento feito por um entidade apresentou o número equivocado de meio milhão nesta rubrica de consumo, o qual não tem nenhuma base na realidade.
Os números oficiais e verídicos mostram um gasto em muito menor por parte do gabinete do parlamentar alagoano em se tratando de gasolina ou álcool. Em 2019, por exemplo, o gabinete de Rodrigo Cunha gastou apenas cerca de R$ 34 mil, no total, em abastecimento de veículos, o que dá uma média mensal de quase R$ 2,8 mil em custos com combustíveis.
Já em 2020, foram utilizados apenas R$ 15,3 mil em gasolina ou álcool pelo gabinete do senador, numa média de aproximadamente R$ 1,2 mil mensais. Já em 2021, o mesmo gasto chegou até R$ 18,5 mil sendo quase R$ 2 mil por mês até o presente. Ou seja, números em muito diferentes do que mostrou enganosamente a reportagem.
Outra falha cometida pelo levantamento falho da entidade foi afirmar que as notas fiscais referentes ao consumo de combustível dos senadores têm que ter o nome do responsável pelo abastecimento. Na verdade, o próprio sistema de prestação de contas do senado não apresenta local para a inserção desta informação e as regras de ressarcimento não explicitam estas supostas normas.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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