No sufoco, São Paulo se classifica para as semifinais
Nesta quarta-feira, o São Paulo enfrentou o Emelec-EQU, no Equador, pela quartas de final da Copa Sul-Americana. Após a vitória no primeiro jogo por 4 a 2, no Morumbi, o Tricolor tinha boa vantagem e podia perder por até um gol de diferença. Com sustos e dois pênaltis contra, os brasileiros perderam por 3 a 2 e, no sufoco, asseguraram a classificação às semifinais.
Com a classificação, o time de Muricy Ramalho espera o adversário, que sairá da decisão entre Nacional de Medellín-COL e Universidad César Vallejo-PER, que será nesta quinta-feira, em Trujillo, no Peru. A primeira partida terminou 1 a 0 para o time colombiano.
O JOGO
Arrasador, o Emelec abriu o placar com menos de um minuto de partida. O São Paulo saiu com a bola, Mena roubou e deixou Bolaños na cara do gol. O meia bateu colocado e não deu chances a Rogério Ceni.
O Tricolor sentiu o gol e não se achava em campo. O Emelec tocava bem a bola e pressionava. Aos nove minutos quase o segundo. Narváez tabelou com Mena e cruzou. Herrera dividiu com Paulo Miranda e quase conseguiu concluir, mas o árbitro marcou falta. Os equatorianos pressionavam a saída de bola dos brasileiros, que não conseguiam trocar passes.
Aos 18 minutos, o Emelec teve mais uma chance. Narváezl ançou Bolaños, o meia dividiu com Denilson e a bola sobrou para Giminez, que soltou a bomba, mas a bola foi por cima do gol. O São Paulo ficou mais tranquilo no jogo somente após os 26 minutos. O clube brasileiro passou a tocar melhor a bola e empurrar o adversário para o campo de defesa. Com toda a tradição de time copeiro, o Tricolor não desperdiçou a primeira chance no jogo. Aos 28 minutos, Michel Bastos cobrou falta na área, Paulo Miranda desviou para o Alan Kardec que, livre, chutou cruzado e empatou.
Assim como o São Paulo, o Emelec também sentiu o gol e ficou mais recuado, sem criar muitas chances e chegava mais nas bolas paradas. Com mais calma após o empate, os paulistas viraram o jogo. Aos 39 minutos, Souza cruzou para Kaká, o meia dominou e rolou para Ganso, que só teve o trabalho de escorar para a rede e virar o placar. Nervoso, o Emelec não conseguiu criar mais jogadas e o final do primeiro tempo foi dominado pelo Tricolor.
QUE SUFOCO!
Na volta do intervalo, novamente o Emelec começou em um forte ritmo de jogo. Precisando do resultado, os donos da casa foram para cima e aos dois minutos, Paulo Mirando derrubou Moldaini na área. Bolaños bateu, Rogério Ceni tocou na bola, mas não evitou o gol de empate.
Aos oito minutos, mais um pênalti para o Emelec. Álvaro Pereira tocou com a mão na bola dentro da área. Bolaños, sempre ele, bateu bem e fez o terceiro dele e dos equatorianos na partida. Era mais uma virada.
A torcida equatoriana foi a loucura e empurrou o time. Empolgados, os donos da casa pressionavam e quase marcaram o quarto aos 16 minutos, quando Narváez tocou para Bolaños na entrada da área, que bateu forte. A bola passou muito perto da meta são-paulina. Aos 18 minutos a mais uma grande chance. Gimenez encheu o pé e a bola explodiu na trave.
Se não fossem os milagres de Rogério Ceni, o Emelec estaria classificado às semifinais. Aos 32 minutos, Gaibor recebeu, invadiu a área, cortou Hudson, mas quando foi chutas, o goleiro antecipou e tirou. Aos 36 minutos, Moldaini invadiu a área e chutou forte, mas o goleiro tricolor fez grande defesa.
O Emelec foi valente e tentou até o final, mas a sorte estava no Brasil. Aos 38 minutos, Mena lançou, Hudson cortou errado e, na sobra, Gimenez bateu, mas a bola explodiu na trave. O tricolor suportou a pressão e voltou para casa classificado.
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