STJD avalia denúncias de irregularidade, mas Série C não vai parar
Enquanto avalia as denúncias de que Juventude e Botafogo-PB teriam relacionado jogadores irregulares na disputa da Série C do Brasileiro, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu não acatar o pedido de paralisar a competição. A decisão foi tomada na tarde desta segunda-feira (26).
A paralisação não ocorrerá, mas as denúncias seguem sendo estudadas. Na última sexta-feira, Remo e Tombense encaminharam notificações de infração para o STJD denunciando a suposta irregularidade de atletas de Juventude e Botafogo-PB. Com a ação, os denunciantes esperam desclassificar os denunciados e ficar com as respectivas vagas nas quartas de final da terceira divisão.
A disputa da fase decisiva começa nesta sexta-feira, 30, quando o Botafogo-PB enfrenta o Boa Esporte, no Almeidão, eem João pessoa (PB), e o Botafogo-SP recebe o ABC, no estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto (SP). No sábado, 1.º de outubro, o ASA encara o Guarani, no Coaracy da Mata, em Arapiraca (AL). No Alfredo Jaconi, o Juventude joga contra o Fortaleza, na segunda-feira, em Caixas do Sul (RS).
OS CASOS
O Remo acusa o Botafogo-PB de ter escalado o volante Jardson Sapé de maneira irregular. De acordo com a diretoria do clube paraense, o contrato de Sapé, teria uma assinatura irregular.
Ele foi contratado por empréstimo junto ao CSB. O contrato foi assinado por Guilherme Carvalho "Novinho", presidente do Belo, e Josivaldo Alves dos Santos, presidente do Conselho do CSB, além do próprio jogador.
MECÃO NA BRIGA
A acusação se basearia no fato de Josivaldo não ser o presidente do Alviceleste, mas o Botafogo-PB já divulgou à imprensa a existência de uma procuração que permite que o dirigente assine documentos na ausência do principal mandatário. De qualquer maneira, a avaliação continua. Inclusive, o rebaixado América-RN entrou com uma notificação fazendo a mesma denúncia, nesta segunda-feira.
O Tombense, por sua vez, aponta a irregularidade de contrato do lateral Carlinhos, do Juventude. A justificativa do time mineiro é que o atleta estava jogando por liminar e a mesma havia sido cassada. Depois disso, ele ainda teria assinado a súmula para enfrentar Guarani e Macaé, pela Série C, e o São Paulo, pela Copa do Brasil.
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