Organizada do Fluminense usa bombas e xinga presidente e atletas
Bastou sair do G6 para o clima no Fluminense ficar pesado. Na tarde desta quinta-feira, cerca de 20 integrantes de uma organizada foram às Laranjeiras para protestar contra a fase do time – três derrotas consecutivas. Eles estouraram algumas bombas do lado da entrada da sede assustando pais e filhos que estavam por perto.
Os principais alvos do protesto foram Gum, Wellington Silva e o presidente Peter Siemsen. Gritos de ordem contra o trio foram presenciados em grande parte do tempo, além do famoso "time sem vergonha". Além disso, eles lembraram que os salários estão em dia e chamaram o time de mercenário.
Antes de se dirigirem para a entrada da sede, os membros da organizada esperaram a chegada dos jogadores para o treinamento. Eles cercaram vários carros, mas não houve depredação.
Vale lembrar que haverá eleição presidencial no fim de novembro e o clima eleitoral já tomou conta do clube. Durante o protesto, um pequeno grupo cantou "Ah, o Celso vai voltar" em referência a Celso Barros, ex-presidente da Unimed, parceira do clube por 10 anos e que será candidato nas próximas eleições.
Nesse momento em que alguns exaltavam Celso Barros, a maioria recriminou a atitude e logo o grito foi abafado. Eles voltaram, então, a xingar Peter Siemsen com mais intensidade até deixarem o local com a chegada da polícia.
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