Vica e Jaelson Marcelino são nomes fortes para comandar o ASA
De acordo com informações colhidas junto a um fonte ligada ao clube, a direção do ASA tem conversado quase que diariamente com o técnico Vica. O diálogo, entretanto, tem sido em torno de um acordo que possa resolver a pendência financeira existente com ex-comandante do clube. Inclusive esse acordo já estaria bem próximo.
Entretanto, não é segredo para ninguém que há interesse no retorno do técnico Vica a cidade de Arapiraca. No entanto, as situações estão sendo resolvidas separadamente, e uma conversa direta sobre a possibilidade de um novo acerto, só deve acontecer após o acordo financeiro.
Jaelson Marcelino
O nome do treinador Jaelson Marcelino também está na mesa de discussão. Ainda não houve qualquer contato com ele, mas, pelo fato de conhecer bem o futebol alagoano é um nome que também interessa. Outro fator, é que está dentro das possibilidades financeiras do clube.
Marcelo Vilar
Também surgiu a informação que o técnico Marcelo Vilar mostrou interesse em voltar ao time do ASA, desta vez para iniciar um trabalho, exemplo do que fez nas equipes do Botafogo PB e Ferroviário CE.
Certidão Negativa
O Departamento Jurídico segue trabalhando de forma intensa, e a informação obtida nesta segunda-feira (31), é que evoluiu bastante os entendimentos com a Caixa Econômica Federal (CEF). A informação passada ao portal 7 segundos, é que a Certidão Negativa de Débito (CND)- relativa ao FGTS- deve ser emitida a qualquer momento.
Importante
Com a Certidão, o ASA poderá receber alguns recursos que estão bloqueados e, também, planejar seu Orçamento para a próxima temporada. Com isso, a tendência é que o ritmo de contratações e outras providências para 2018 seja acelerado a partir da segunda quinzena de novembro.
Dívidas trabalhistas
Quanto às dividas trabalhistas, como já é do conhecimento de todos, o alvinegro tem 91 causas, totalizando um débito superior aos R$ 5 milhões. Com isso, a direção alvinegra está trabalhando para aderir ao Regime Centralizado das Execuções Trabalhistas, denominado como ato trabalhista. Para isso, o clube tem de apresentar quadro de receita e penhoras e, também, fazer relatórios do que entra e sai e se prevenir de novas dívidas.
De acordo com a medida, os clubes podem centralizar todas suas dívidas trabalhistas em único ato. Se o requerimento for aprovado pelo TRT, então o juiz local da Vara Trabalhista, administrará os valores e a distribuição dos pagamentos, que podem ser parcelados em um prazo de 10 anos, em parcelas fixas ou em percentual de suas arrecadações, determinado pela Justiça do Trabalho.
Vários clubes brasileiros já aderiram ao programa.
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