Economia
Sistema de leite a pasto reduz uso de ração concentrada
A economia com custos de alimentação chega até 50 por cento<br />
25/11/2011 03h03
Essa inovação tecnológica na produção de leite de gado é considerada a que mais reduz custos, já que dispensa o uso de ração concentrada. A economia com custos de alimentação chega até 50 por cento e com mão-de-obra pode atingir 70 por cento, de acordo com os estudos já realizados. Mas para ser viável, o produtor precisa utilizar forrageiras de alta produtividade e animais com potencial leiteiro em condições de pastejo.
“A disponibilidade de forrageiras em quantidade e qualidade - diz o agrônomo Francisco Monteiro – requer o pastejo rotacionado com a divisão de piquetes ajustados à taxa de lotação animal, períodos de ocupação e descanso das áreas. Aliado a isso, é obrigatório o uso de irrigação e adubação constantes, para que se mantenha estável a oferta de alimento ao longo do ano”.
O agrônomo da Embrapa Meio-Norte descreve o sistema didaticamente. “No caso do Meio-Norte do Brasil, as gramíneas mais indicadas são os capins Tanzânia, Brizanta e Tifton. A taxa de lotação nos piquetes mais utilizada é a de seis unidades animal por hectare, ano, com períodos de ocupação variando de 2 a 4 dias, e de descanso no piquete de 26 a 28 dias”.
Ele informa que a tecnologia é usada com vacas que têm uma produção média de 10 litros de leite por dia. Passando dessa produção, Francisco Monteiro recomenda uma suplementação com ração concentrada contendo 18 por cento de proteína bruta na quantidade de um quilo para cada dois quilos de leite produzidos adicionalmente. O sistema é indicado para pequenos e médios produtores.
“A disponibilidade de forrageiras em quantidade e qualidade - diz o agrônomo Francisco Monteiro – requer o pastejo rotacionado com a divisão de piquetes ajustados à taxa de lotação animal, períodos de ocupação e descanso das áreas. Aliado a isso, é obrigatório o uso de irrigação e adubação constantes, para que se mantenha estável a oferta de alimento ao longo do ano”.
O agrônomo da Embrapa Meio-Norte descreve o sistema didaticamente. “No caso do Meio-Norte do Brasil, as gramíneas mais indicadas são os capins Tanzânia, Brizanta e Tifton. A taxa de lotação nos piquetes mais utilizada é a de seis unidades animal por hectare, ano, com períodos de ocupação variando de 2 a 4 dias, e de descanso no piquete de 26 a 28 dias”.
Ele informa que a tecnologia é usada com vacas que têm uma produção média de 10 litros de leite por dia. Passando dessa produção, Francisco Monteiro recomenda uma suplementação com ração concentrada contendo 18 por cento de proteína bruta na quantidade de um quilo para cada dois quilos de leite produzidos adicionalmente. O sistema é indicado para pequenos e médios produtores.
Últimas notícias
SEGURANÇA PÚBLICA
Segurança Pública aciona Plano de Defesa em 16 municípios alagoanos
susto
'Pior sensação da minha vida', diz influenciador após presenciar tiroteio em Maceió
PONTA VERDE
Colisão entre carros deixa um ferido nas proximidades da Praça do Skate
POLÍCIA
PM apreende drogas e medicamento de uso controlado no interior de Alagoas
chuvas intensas
Inmet emite alerta de tempestade para três municípios de Alagoas
MANIFESTAÇÃO
Manifestantes protestam por falta d’água e bloqueiam BR-101 em São Brás
Vídeos e noticias mais lidas
muita chuva
[Vídeo] Chuvas abrem cratera e motoristas correm riscos na AL-101 Norte
Prejuízo
Táxi de Arapiraca fica submerso após avanço da correnteza na Praia do Peba
Tráfico de drogas
Jovem é preso com arma e drogas no bairro do Jacintinho, em Maceió
denúncia
Após prefeitura repor lâmpada, dono de sucata desafia moradores e arranca braço de poste
Ajude!
