Brasil
Países lembram os dois anos sem a Dra. Zilda Arns
"O mais importante na vida é sentir disposição para a solidariedade", disse ela <br />
15/01/2012 08h08
Na última quinta-feira, 12 de janeiro, a Pastoral da Criança, no Brasil e em mais 19 países, lembrou os dois anos de falecimento de Dra. Zilda Arns Neumann, fundadora da Pastoral da Criança Nacional e Internacional e também da Pastoral da Pessoa Idosa.
Zilda Arns não necessita de maiores apresentações. Família de 13 irmãos, um deles o ex-arcebispo de São Paulo, cardeal Paulo Evaristo Arns, Zilda tem toda uma vida consagrada à solidariedade com as crianças. A Pastoral da Criança, por ela fundada há 26 anos, vem salvando vidas no Brasil e, hoje, é esperança de vida em vários países da América Latina, na Africa e na Ásia.
Zilda Arns faleceu dentro de uma igreja em Porto Príncipe, vítima do terremoto que atingiu a região em janeiro de 2010 que matou milhares de pessoas. O desastre gerou uma comoção mundial, devido ao tamanho da força destruidora da natureza. Somente a Cáritas Brasileira, organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), de ajuda humanitária, em sua campanha SOS Haiti, arrecadou e enviou em ao país caribenho, mais de oito milhões de reais.
O LEGADO
A médica pediatra e sanitarista, Zilda Arns viveu para defender e promover as crianças, gestantes e idosos, construir uma sociedade mais justa, fraterna, com menos doenças e sofrimento humano. Doutora Zilda morreu após fazer um pronunciamento sobre como salvar vidas com medidas simples, educativas e preventivas. Lá no Haiti discutia com as autoridades locais a implantação da Pastoral da Criança, para combater o grande índice de desnutrição e mortalidade infantil.
Em seu trabalho, Zilda Arns sempre aliou o conhecimento científico ao conhecimento e à cultura popular; valorizou o papel da mulher pobre na transformação social; mobilizou a todos, pobres e ricos, analfabetos e doutores, na busca da vida plena para todos. Em suas manifestações costumava dizer: "Há muito por fazer, porque a desigualdade social é grande. Os esforços que estão sendo feitos precisam ser valorizados para que gerem outros ainda maiores".
Zilda Arns não necessita de maiores apresentações. Família de 13 irmãos, um deles o ex-arcebispo de São Paulo, cardeal Paulo Evaristo Arns, Zilda tem toda uma vida consagrada à solidariedade com as crianças. A Pastoral da Criança, por ela fundada há 26 anos, vem salvando vidas no Brasil e, hoje, é esperança de vida em vários países da América Latina, na Africa e na Ásia.
Zilda Arns faleceu dentro de uma igreja em Porto Príncipe, vítima do terremoto que atingiu a região em janeiro de 2010 que matou milhares de pessoas. O desastre gerou uma comoção mundial, devido ao tamanho da força destruidora da natureza. Somente a Cáritas Brasileira, organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), de ajuda humanitária, em sua campanha SOS Haiti, arrecadou e enviou em ao país caribenho, mais de oito milhões de reais.
O LEGADO
A médica pediatra e sanitarista, Zilda Arns viveu para defender e promover as crianças, gestantes e idosos, construir uma sociedade mais justa, fraterna, com menos doenças e sofrimento humano. Doutora Zilda morreu após fazer um pronunciamento sobre como salvar vidas com medidas simples, educativas e preventivas. Lá no Haiti discutia com as autoridades locais a implantação da Pastoral da Criança, para combater o grande índice de desnutrição e mortalidade infantil.
Em seu trabalho, Zilda Arns sempre aliou o conhecimento científico ao conhecimento e à cultura popular; valorizou o papel da mulher pobre na transformação social; mobilizou a todos, pobres e ricos, analfabetos e doutores, na busca da vida plena para todos. Em suas manifestações costumava dizer: "Há muito por fazer, porque a desigualdade social é grande. Os esforços que estão sendo feitos precisam ser valorizados para que gerem outros ainda maiores".
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