Brasil
A pecuária brasileira ganha técnica para recuperação de pastagens
O exemplo mais dramático de dano às pastagens vem da região norte<br />
19/03/2012 06h06
A degradação de pastagens está entre os principais problemas enfrentados pela atividade pecuária no Brasil. Na busca por espécies forrageiras capazes de garantir a longevidade das pastagens e a qualidade alimentar do rebanho, a Embrapa Acre recomendou duas novas variedades de gramíneas: a grama-estrela-roxa (Cynodon nlemfuensis) e o capim-tangola (Brachiaria arrecta x B. mutica).
O exemplo mais dramático de dano às pastagens vem da região norte, onde mais de 40 milhões de hectares de pastagens cultivadas na Amazônia, metade está degradada ou em processo de degradação motivado por diversos fatores. No Acre, a principal causa do problema é a síndrome da morte do capim-braquiarão, doença que se manifesta principalmente em solos sujeitos ao encharcamento, sendo responsável pela degradação de 55% das pastagens do Estado.
“Isto reduz a capacidade de suporte das pastagens e a produtividade animal nas propriedades, acarretando sérios prejuízos aos produtores. As novas variedades de gramíneas apresentam excelente adaptação às condições de clima e solo da região e, portanto, representam alternativas tecnológicas eficientes para solucionar este problema”, explica o pesquisador da Embrapa Acre, Carlos Maurício Andrade, coordenador da pesquisa.
Utilizada em larga escala na reforma de pastagens, a grama-estrela-roxa apresenta boa agressividade, cobertura do solo e persistência, especialmente quando consorciada com o amendoim forrageiro. “Os níveis de desempenho e produtividade animal, alcançados em propriedades que utilizaram esta tecnologia na formação de pastagens, são excepcionais”, afirma Andrade.
De acordo com o pesquisador, o capim-tangola é uma gramínea de alta produtividade e valor nutritivo acima da média das gramíneas tropicais. “Embora sua propagação ocorra exclusivamente de forma vegetativa, se estabelece e se multiplica relativamente rápido, sendo ideal para consórcio com leguminosas como amendoim forrageiro e puerária”, diz.
O exemplo mais dramático de dano às pastagens vem da região norte, onde mais de 40 milhões de hectares de pastagens cultivadas na Amazônia, metade está degradada ou em processo de degradação motivado por diversos fatores. No Acre, a principal causa do problema é a síndrome da morte do capim-braquiarão, doença que se manifesta principalmente em solos sujeitos ao encharcamento, sendo responsável pela degradação de 55% das pastagens do Estado.
“Isto reduz a capacidade de suporte das pastagens e a produtividade animal nas propriedades, acarretando sérios prejuízos aos produtores. As novas variedades de gramíneas apresentam excelente adaptação às condições de clima e solo da região e, portanto, representam alternativas tecnológicas eficientes para solucionar este problema”, explica o pesquisador da Embrapa Acre, Carlos Maurício Andrade, coordenador da pesquisa.
Utilizada em larga escala na reforma de pastagens, a grama-estrela-roxa apresenta boa agressividade, cobertura do solo e persistência, especialmente quando consorciada com o amendoim forrageiro. “Os níveis de desempenho e produtividade animal, alcançados em propriedades que utilizaram esta tecnologia na formação de pastagens, são excepcionais”, afirma Andrade.
De acordo com o pesquisador, o capim-tangola é uma gramínea de alta produtividade e valor nutritivo acima da média das gramíneas tropicais. “Embora sua propagação ocorra exclusivamente de forma vegetativa, se estabelece e se multiplica relativamente rápido, sendo ideal para consórcio com leguminosas como amendoim forrageiro e puerária”, diz.
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