Brasil
Rio+20 testa infraestrutura tecnológica para eventos no país
12/06/2012 21h09
A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que começa amanhã (13) no Rio de Janeiro, contará com uma estrutura tecnológica de ponta. Entre os recursos disponíveis estão terminais de autoatendimento espalhados pela cidade, painéis de transmissão em tempo real para os locais que recebem a programação do evento e monitoramento reforçado da rede e do portal multimídia.
De acordo com o diretor de operação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Wilton Mota, a experiência para desenvolver e implementar esse projeto servirá como laboratório para os grandes eventos que o Brasil vai sediar nos próximos anos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. O Serpro é a empresa de tecnologia da informação do governo federal, responsável pela consultoria da tecnologia empregada na Rio+20.
“Esse evento vem sendo pensado desde a infraestrutura básica até a segurança da informação, que precisa ser maior pela presença de diversos chefes de Estado e de governo. Então, é como se estivéssemos dando o primeiro passo para os próximos grandes eventos e esse é o maior ganho de toda a mobilização, que conta com a integração entre vários órgãos, como o Ministério da Defesa, das Relações Exteriores, da Polícia Federal e Receita Federal”.
Mota enfatizou que a Rio+20 contará com conexão entre o Riocentro, onde os chefes de Estado e de governo se reunirão, e cerca de 2,5 mil computadores, entre desktops e notebooks para uso das delegações internacionais, membros das Nações Unidas e do governo brasileiro.
A estrutura montada também prevê acesso sem fio à internet aos participantes da conferência, estimados em 50 mil participantes. Além disso, mais de 160 totens de autoatendimento estarão disponíveis em hotéis, aeroportos e no Riocentro, com informações turísticas e de transporte público e a agenda completa da conferência.
O projeto também visa a garantir conectividade aos participantes da Cúpula dos Povos. Dois telecentros foram montados no Aterro do Flamengo, e na Biblioteca Parque de Manguinhos, com 20 computadores em cada um deles, para apoiar a programação do evento especificamente nas atividades de mídias livres, nas reuniões dos povos de terreiro e nos encontros sobre a América Latina e a África.
Para evitar incidentes graves, estão em funcionamento duas salas de comando para gerenciamento de risco. "Estamos monitorando 24 horas por dia e prontos para minimizar os impactos decorrentes de falhas, desastres ou indisponibilidades significativas".
Foram investidos na implementação do projeto R$ 3 milhões, sendo parte com verbas federais somadas a um repasse do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), informou Mota.
De acordo com o diretor de operação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Wilton Mota, a experiência para desenvolver e implementar esse projeto servirá como laboratório para os grandes eventos que o Brasil vai sediar nos próximos anos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. O Serpro é a empresa de tecnologia da informação do governo federal, responsável pela consultoria da tecnologia empregada na Rio+20.
“Esse evento vem sendo pensado desde a infraestrutura básica até a segurança da informação, que precisa ser maior pela presença de diversos chefes de Estado e de governo. Então, é como se estivéssemos dando o primeiro passo para os próximos grandes eventos e esse é o maior ganho de toda a mobilização, que conta com a integração entre vários órgãos, como o Ministério da Defesa, das Relações Exteriores, da Polícia Federal e Receita Federal”.
Mota enfatizou que a Rio+20 contará com conexão entre o Riocentro, onde os chefes de Estado e de governo se reunirão, e cerca de 2,5 mil computadores, entre desktops e notebooks para uso das delegações internacionais, membros das Nações Unidas e do governo brasileiro.
A estrutura montada também prevê acesso sem fio à internet aos participantes da conferência, estimados em 50 mil participantes. Além disso, mais de 160 totens de autoatendimento estarão disponíveis em hotéis, aeroportos e no Riocentro, com informações turísticas e de transporte público e a agenda completa da conferência.
O projeto também visa a garantir conectividade aos participantes da Cúpula dos Povos. Dois telecentros foram montados no Aterro do Flamengo, e na Biblioteca Parque de Manguinhos, com 20 computadores em cada um deles, para apoiar a programação do evento especificamente nas atividades de mídias livres, nas reuniões dos povos de terreiro e nos encontros sobre a América Latina e a África.
Para evitar incidentes graves, estão em funcionamento duas salas de comando para gerenciamento de risco. "Estamos monitorando 24 horas por dia e prontos para minimizar os impactos decorrentes de falhas, desastres ou indisponibilidades significativas".
Foram investidos na implementação do projeto R$ 3 milhões, sendo parte com verbas federais somadas a um repasse do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), informou Mota.
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