Brasil
Presidente do BNDES defende fortalecimento das telecomunicações
Ele disse hoje que a única maneira de melhorar é continuar vendendo linhas de telefone<br />
25/07/2012 22h10
Akemi Nitahara
Agência Brasil
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse hoje que a única maneira de melhorar a qualidade das telecomunicações no Brasil, e continuar vendendo linhas de telefone, é melhorar a capacidade de processamento da rede.
“O Brasil precisa de mais fibra ótica, não só nas escolas, mas também nas pequenas empresas e nas residências, programas de banda larga via fibra ótica e também pelos meios wireless”.
Coutinho lembra que, com a venda das licenças 4G, ocorrida em junho, com início de operação prevista até a Copa das Confederações de 2013, os investimentos no setor terão que ser ampliados ainda mais.
“A tecnologia 4G exige um número maior de antenas e maior densidade de sinal, o que vai implicar em muito investimento e nós temos que tornar esse investimento mais eficiente”.
Coutinho afirmou que o BNDES vai continuar apoiando a expansão do setor de telecomunicações no Brasil.
“É um setor que gera receita, tem retorno, não só no Brasil, mas no mundo inteiro. As taxas de retorno são satisfatórias, as empresas são sólidas, então nós temos todas as condições para continuar investindo”.
O presidente do BNDES explica que os investimentos são projetos de longo prazo e que a atuação da Anatel, que suspendeu a venda de novas linhas de telefonia celular de três empresas, é uma atuação de curto prazo, voltado para regular qualidade e proteger o consumidor.
Coutinho encerrou hoje o seminário O Brasil e o Mundo em 2022. O evento fez parte das comemorações dos 60 anos do BNDES.
Agência Brasil
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse hoje que a única maneira de melhorar a qualidade das telecomunicações no Brasil, e continuar vendendo linhas de telefone, é melhorar a capacidade de processamento da rede.
“O Brasil precisa de mais fibra ótica, não só nas escolas, mas também nas pequenas empresas e nas residências, programas de banda larga via fibra ótica e também pelos meios wireless”.
Coutinho lembra que, com a venda das licenças 4G, ocorrida em junho, com início de operação prevista até a Copa das Confederações de 2013, os investimentos no setor terão que ser ampliados ainda mais.
“A tecnologia 4G exige um número maior de antenas e maior densidade de sinal, o que vai implicar em muito investimento e nós temos que tornar esse investimento mais eficiente”.
Coutinho afirmou que o BNDES vai continuar apoiando a expansão do setor de telecomunicações no Brasil.
“É um setor que gera receita, tem retorno, não só no Brasil, mas no mundo inteiro. As taxas de retorno são satisfatórias, as empresas são sólidas, então nós temos todas as condições para continuar investindo”.
O presidente do BNDES explica que os investimentos são projetos de longo prazo e que a atuação da Anatel, que suspendeu a venda de novas linhas de telefonia celular de três empresas, é uma atuação de curto prazo, voltado para regular qualidade e proteger o consumidor.
Coutinho encerrou hoje o seminário O Brasil e o Mundo em 2022. O evento fez parte das comemorações dos 60 anos do BNDES.
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