Brasil
AL e Espanha firmam cooperação na prevenção de enchentes
26/07/2012 16h04
A missão do Instituto de Hidráulica Ambiental da Universidad de Cantabria encerrou sua visita preliminar a Alagoas com um passeio ao Complexo Estuarino-Lagunar Mundaú-Manguaba (CELMM). Acompanhados de uma equipe do superintendente de Meio Ambiente da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), Anivaldo Miranda, e de um grupo liderado pelo diretor-presidente do Instituto do Meio Ambiente (IMA), Adriano Augusto, os técnicos da universidade espanhola fizeram o reconhecimento da área, que será foco de uma das ações realizadas pelo IH Cantabria em Alagoas.
A cooperação entre a Espanha e o Governo de Alagoas está ocorrendo em diversas áreas que vão desde o turismo até a ciência e tecnologia. Com a mediação da Secretaria de Estado do Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplande), o IH Cantabria e a Semarh irão unir-se em um projeto de prevenção de catástrofes, que tem como primeira prioridade a elaboração de um mapa de inundações para o estado.
César Álvarez, pesquisador do Instituto, destacou o trabalho já desenvolvido pela Sala de Alerta: “O sistema hidrometeorológico utilizado pelo estado é impressionante, muita coisa já foi feita. A parceria virá para a construção desse mapa, que é um passo importante”, afirmou.
A técnica do Instituto Ambiental Brasil Sustentável (IABS), Marcela Pimenta, informa que o trabalho de prevenção de catástrofes é desenvolvido pelo IH Cantabria no estado do Rio de Janeiro e agora será realizado em Alagoas. Ela informa que a segunda prioridade do projeto, que será um estudo das áreas de dragagem do CELMM, também beneficiará os projetos da cooperação na área de pesca e aquicultura, onde está sendo realizado um diagnóstico da cadeia produtiva do sururu.
De acordo com o superintendente de meio ambiente da Semarh, Anivaldo Miranda, as lagoas são uma prioridade do Estado. Segundo Adriano Augusto, um estudo preliminar mostra que a lagoa recebe cerca de 50 mil m³ de aporte mensal de sedimentos em seu leito, quantidade que aumentou exponencialmente na ocasião das enchentes de 2010.
Uma parceria da Semarh com a Agência Nacional de Águas (ANA), já em fase final, está realizando a batimetria (medição da profundidade) da Lagoa Mundaú para verificar o assoreamento do local. A Semarh e IMA unirão esforços com a Defesa Civil e a Universidade Federal de Alagoas para que essa integração de informações acelere as ações realizadas na área.
“Os estudos são fundamentais e um investimento pequeno, mas a compreensão da dinâmica hídrica do local é a base de todas as ações a serem tomadas pelo governo”, informa Bruno Pimentel, engenheiro do IH Cantabria. Os técnicos do Instituto levarão os dados preliminares à Agência Espanhola de Cooperação Internacional e Desenvolvimento (Aecid), onde será traçada a metodologia de trabalho a ser apresentada em cerca de 60 dias, quando serão colocadas em prática as ações discutidas.
A Aecid e o IABS unem-se com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) para possibilitar a realização da cooperação entre Brasil e Espanha.
A cooperação entre a Espanha e o Governo de Alagoas está ocorrendo em diversas áreas que vão desde o turismo até a ciência e tecnologia. Com a mediação da Secretaria de Estado do Planejamento e Desenvolvimento Econômico (Seplande), o IH Cantabria e a Semarh irão unir-se em um projeto de prevenção de catástrofes, que tem como primeira prioridade a elaboração de um mapa de inundações para o estado.
César Álvarez, pesquisador do Instituto, destacou o trabalho já desenvolvido pela Sala de Alerta: “O sistema hidrometeorológico utilizado pelo estado é impressionante, muita coisa já foi feita. A parceria virá para a construção desse mapa, que é um passo importante”, afirmou.
A técnica do Instituto Ambiental Brasil Sustentável (IABS), Marcela Pimenta, informa que o trabalho de prevenção de catástrofes é desenvolvido pelo IH Cantabria no estado do Rio de Janeiro e agora será realizado em Alagoas. Ela informa que a segunda prioridade do projeto, que será um estudo das áreas de dragagem do CELMM, também beneficiará os projetos da cooperação na área de pesca e aquicultura, onde está sendo realizado um diagnóstico da cadeia produtiva do sururu.
De acordo com o superintendente de meio ambiente da Semarh, Anivaldo Miranda, as lagoas são uma prioridade do Estado. Segundo Adriano Augusto, um estudo preliminar mostra que a lagoa recebe cerca de 50 mil m³ de aporte mensal de sedimentos em seu leito, quantidade que aumentou exponencialmente na ocasião das enchentes de 2010.
Uma parceria da Semarh com a Agência Nacional de Águas (ANA), já em fase final, está realizando a batimetria (medição da profundidade) da Lagoa Mundaú para verificar o assoreamento do local. A Semarh e IMA unirão esforços com a Defesa Civil e a Universidade Federal de Alagoas para que essa integração de informações acelere as ações realizadas na área.
“Os estudos são fundamentais e um investimento pequeno, mas a compreensão da dinâmica hídrica do local é a base de todas as ações a serem tomadas pelo governo”, informa Bruno Pimentel, engenheiro do IH Cantabria. Os técnicos do Instituto levarão os dados preliminares à Agência Espanhola de Cooperação Internacional e Desenvolvimento (Aecid), onde será traçada a metodologia de trabalho a ser apresentada em cerca de 60 dias, quando serão colocadas em prática as ações discutidas.
A Aecid e o IABS unem-se com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) para possibilitar a realização da cooperação entre Brasil e Espanha.
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