Brasil
Governo e servidores em greve continuam negociação nesta noite
Nas contas do governo, cerca de 90% dos grevistas sinalizaram aceitar o reajuste<br />
28/08/2012 19h07
Luciene Cruz
Agência Brasil
O governo tem reuniões com as categorias de servidores públicos federais em greve até a meia-noite de hoje (28), data limite fixada pela própria União para assinatura de acordos de reajuste salariais.
As categorias que rejeitarem o reajuste de 15,8% oferecido pelo governo, divididos em três anos, a partir de 2013, ficarão sem aumento no ano que vem. “Com quem decidir não assinar, voltaremos a discutir no ano que vem com impacto para 2014”, disse o secretário de Relações de Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça.
Hoje, até o momento, apenas os representantes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinaram o acordo que ratifica o fim da greve. Com isso, subiu para quatro o número de entidades que aceitaram a proposta do governo. São elas, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Federação de Sindicatos de Professores de Instituições de Ensino Superior (Proifes), que representa a minoria dos docentes federais, e a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra), representante dos técnicos-administrativos universitários.
Nas contas do governo, cerca de 90% dos grevistas sinalizaram aceitar o reajuste. “Praticamente está tudo resolvido, falta apenas formalização dos acordos”, disse Mendonça.
A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Publico Federal (Condsef), que representa cerca de 80% dos servidores públicos federais, também decidiu aceitar a proposta de reajuste oferecida pelo governo. A assinatura do termo ocorrerá amanhã. A decisão engloba o contracheque de cerca de 520 mil servidores ativos, segundo o Planejamento. O impacto da proposta oferecida pelo governo vai gastar R$ 3,9 bilhões dos cofres públicos nos próximos três anos.
Entre as categorias previstas para se reunirem hoje estão os representantes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), do Ministério do Meio Ambiente e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
Algumas entidades já rejeitaram a proposta de reajuste. Entre os servidores federais que mantêm a greve estão os agentes da Polícia Federal, os servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Ministério do Desenvolvimento Agrário, e advogados e defensores públicos federais.
Agência Brasil
O governo tem reuniões com as categorias de servidores públicos federais em greve até a meia-noite de hoje (28), data limite fixada pela própria União para assinatura de acordos de reajuste salariais.
As categorias que rejeitarem o reajuste de 15,8% oferecido pelo governo, divididos em três anos, a partir de 2013, ficarão sem aumento no ano que vem. “Com quem decidir não assinar, voltaremos a discutir no ano que vem com impacto para 2014”, disse o secretário de Relações de Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça.
Hoje, até o momento, apenas os representantes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinaram o acordo que ratifica o fim da greve. Com isso, subiu para quatro o número de entidades que aceitaram a proposta do governo. São elas, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Federação de Sindicatos de Professores de Instituições de Ensino Superior (Proifes), que representa a minoria dos docentes federais, e a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra), representante dos técnicos-administrativos universitários.
Nas contas do governo, cerca de 90% dos grevistas sinalizaram aceitar o reajuste. “Praticamente está tudo resolvido, falta apenas formalização dos acordos”, disse Mendonça.
A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Publico Federal (Condsef), que representa cerca de 80% dos servidores públicos federais, também decidiu aceitar a proposta de reajuste oferecida pelo governo. A assinatura do termo ocorrerá amanhã. A decisão engloba o contracheque de cerca de 520 mil servidores ativos, segundo o Planejamento. O impacto da proposta oferecida pelo governo vai gastar R$ 3,9 bilhões dos cofres públicos nos próximos três anos.
Entre as categorias previstas para se reunirem hoje estão os representantes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), do Ministério do Meio Ambiente e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
Algumas entidades já rejeitaram a proposta de reajuste. Entre os servidores federais que mantêm a greve estão os agentes da Polícia Federal, os servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Ministério do Desenvolvimento Agrário, e advogados e defensores públicos federais.
Últimas notícias
em Teotônio Vilela
Homem de 22 anos e mãe de adolescente são presos por suspeita de estupro de vulnerável
ASSISTÊNCIA SOCIAL
Projeto de R$ 500 mil atenderá 280 mulheres em Palmeira dos Índios
no Benedito Bentes
Rodrigo Cunha entrega Gigantinho Oiticica com capacidade para 600 crianças
terreno
PGE avaliza doação de imóvel para aeródromo de Delmiro Gouveia
concurso público
Concurso do Procon: candidatos sem isenção devem pagar taxa até sexta
eleições 2026
TCE-AL encaminha à Justiça Eleitoral lista de gestores com contas rejeitadas
Vídeos e noticias mais lidas
Comovente
Comandante da PM emociona em homenagem a coronel que morreu após mal súbito
em arapiraca
Cliente denuncia demora na entrega de carro após pagar quase R$ 110 mil
Acesso garantido
ASA vence Goiatuba nos pênaltis e garante acesso á Série C
serviços
Abastecimento do Tabuleiro é paralisado para conserto de rompimento em adutora
DESENVOLVIMENTO ATÍPICO
