Economia
BNDES poderá ampliar investimentos na área de software
03/09/2012 18h06
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) poderá ampliar seu Programa para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia e Informação (Prosoft) de R$ 5 bilhões para R$ 6 bilhões este ano. A informação é do diretor de Tecnologia da Informação do BNDES, Julio Cesar Raimundo.
“Devemos fazer uma renovação nos próximos meses para 2015 ou 2016. Estamos finalizando agora os estudos, mas é importante dizer que não faltará recurso para o setor de software. Hoje temos R$ 3 bilhões aplicados, com um orçamento de R$ 5 bilhões garantidos, e nós podemos ampliar um pouco para a ordem de R$ 6 bilhões”, afirmou, em abertura de evento do setor, na tarde de hoje (3).
Hoje os investimentos do banco destinam dois terços de seus valores para empresas de grande porte, apesar de 85% das operações serem destinadas a micro, pequenas e médias empresas, em operações de empréstimo, como o Prosoft, além de operações com fundos de capital e aporte no capital de empresas, de maneira direta ou indireta, superando os R$ 200 milhões. O setor é considerado estratégico pelo banco.
“[É estratégico] não tanto pela crise, mas pelo aspecto difusor, de inovação e de grande produtividade. O setor de tecnologia da informação e serviços é indutor de novas técnicas e de novas tecnologias em todas as cadeias da economia, então ele tem um papel muito importante de induzir inovações, novos produtos, o que resulta em ganhos de produtividade”, diz Raimundo.
“Devemos fazer uma renovação nos próximos meses para 2015 ou 2016. Estamos finalizando agora os estudos, mas é importante dizer que não faltará recurso para o setor de software. Hoje temos R$ 3 bilhões aplicados, com um orçamento de R$ 5 bilhões garantidos, e nós podemos ampliar um pouco para a ordem de R$ 6 bilhões”, afirmou, em abertura de evento do setor, na tarde de hoje (3).
Hoje os investimentos do banco destinam dois terços de seus valores para empresas de grande porte, apesar de 85% das operações serem destinadas a micro, pequenas e médias empresas, em operações de empréstimo, como o Prosoft, além de operações com fundos de capital e aporte no capital de empresas, de maneira direta ou indireta, superando os R$ 200 milhões. O setor é considerado estratégico pelo banco.
“[É estratégico] não tanto pela crise, mas pelo aspecto difusor, de inovação e de grande produtividade. O setor de tecnologia da informação e serviços é indutor de novas técnicas e de novas tecnologias em todas as cadeias da economia, então ele tem um papel muito importante de induzir inovações, novos produtos, o que resulta em ganhos de produtividade”, diz Raimundo.
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