Brasil
MInistro diz que eleições brasileiras são as mais eficientes
08/10/2012 18h06
Um dia após o primeiro turno das eleições municipais e três dias depois do aniversário da Constituição Federal, que completou 24 anos de promulgada, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ayres Britto, elogiou nesta segunda-feira (8) o sistema de votação no Brasil e a atuação do Poder Judiciário para garantia do processo eleitoral.
“Não há pais no mundo tão eficiente em processo eleitoral como o Brasil. O que é excelente para a democracia”, declarou o ministro. Ayres Britto disse que a votação organizada no país é “de primeiro mundo” e que, graças a isso, um dia depois das eleições municipais “ninguém mais fala em eleição, questiona ou coloca em dúvida os resultados”.
De acordo com Ayres Britto, a participação do Judiciário no processo eleitoral brasileiro oferece um exemplo para outros países. “A eleição no Brasil é paradigma. É planejada, instruída, realizada, apurada, divulgada e totalizada por um órgão da Justiça do Brasil, absolutamente autônomo e independente”, elogiou.
As eleições de domingo (7) foram as primeiras nas quais a Lei da Ficha Limpa foi aplicada completamente. A regra atende exigência do eleitorado, segundo Ayres Britto.
“A Lei da Ficha Limpa foi um avanço ético, democrático, jurídico, dotando o país de uma melhor qualidade de vida política. O eleitorado quer candidatos dignos da representação popular, sem um passivo penal ou de improbidade administrativa que revele incompatibilidade com essa confiança do povo”, disse.
Ayres Britto abriu hoje em Brasília a 1ª Edição do Programa Tobias Barreto, com a participação dos Estados integrantes da Conferência das Jurisdições Constitucionais dos Países de Língua Portuguesa.
Em seu discurso, o presidente do STF disse que o Brasil vive um “constitucionalismo fraternal, reconhecendo a dignidade inata” a qualquer cidadão. Para ele, o regime constitucional brasileiro é “liberal” e “social”, como mostra algumas decisões como a autorização para pesquisa de células-tronco, o casamento homoafetivo, o reconhecimento de direitos indígenas nas demarcações e o direto à interrupção da gravidez no caso de fetos anencéfalos.
Apesar dos avanços jurídicos e institucionais, o presidente do STF reconheceu que as desigualdades sociais afetam o acesso dos cidadãos comuns à Justiça. “A Constituição é de primeiro mundo. Precisamos tonificá-la, precisamos vitalizá-la ao nível da interpretação e da aplicabilidade”. De acordo com ele, há “esforço para tornar a Justiça mais acessível, módica, mais próxima, ágil, segura e tecnicamente eficaz”.
Conforme ele, alguns problemas persistem ao longo dos séculos, como o nepotismo - emprego de parentes - no Judiciário, um traço comportamental “do renitente patrimonialismo colonial” e que favorece a “indistinção entre o público e o privado”. Ayres Britto não quis comentar o andamento do processo do mensalão no STF, que amanhã retoma o julgamento.
O secretário executivo da Conferência das Jurisdições Constitucionais, Isaac Paulo, assessor internacional do Tribunal Constitucional de Angola, disse que os países falantes da língua portuguesa têm problemas semelhantes. “Temos raízes históricas e culturais comuns. A nossa vivência social e jurídica não difere muito”. No entanto, elogiou: “existe particularidades em que o Brasil está muito avançado e, por isso, estamos aqui, para podermos aprender uns com os outros".
“Não há pais no mundo tão eficiente em processo eleitoral como o Brasil. O que é excelente para a democracia”, declarou o ministro. Ayres Britto disse que a votação organizada no país é “de primeiro mundo” e que, graças a isso, um dia depois das eleições municipais “ninguém mais fala em eleição, questiona ou coloca em dúvida os resultados”.
De acordo com Ayres Britto, a participação do Judiciário no processo eleitoral brasileiro oferece um exemplo para outros países. “A eleição no Brasil é paradigma. É planejada, instruída, realizada, apurada, divulgada e totalizada por um órgão da Justiça do Brasil, absolutamente autônomo e independente”, elogiou.
As eleições de domingo (7) foram as primeiras nas quais a Lei da Ficha Limpa foi aplicada completamente. A regra atende exigência do eleitorado, segundo Ayres Britto.
“A Lei da Ficha Limpa foi um avanço ético, democrático, jurídico, dotando o país de uma melhor qualidade de vida política. O eleitorado quer candidatos dignos da representação popular, sem um passivo penal ou de improbidade administrativa que revele incompatibilidade com essa confiança do povo”, disse.
Ayres Britto abriu hoje em Brasília a 1ª Edição do Programa Tobias Barreto, com a participação dos Estados integrantes da Conferência das Jurisdições Constitucionais dos Países de Língua Portuguesa.
Em seu discurso, o presidente do STF disse que o Brasil vive um “constitucionalismo fraternal, reconhecendo a dignidade inata” a qualquer cidadão. Para ele, o regime constitucional brasileiro é “liberal” e “social”, como mostra algumas decisões como a autorização para pesquisa de células-tronco, o casamento homoafetivo, o reconhecimento de direitos indígenas nas demarcações e o direto à interrupção da gravidez no caso de fetos anencéfalos.
Apesar dos avanços jurídicos e institucionais, o presidente do STF reconheceu que as desigualdades sociais afetam o acesso dos cidadãos comuns à Justiça. “A Constituição é de primeiro mundo. Precisamos tonificá-la, precisamos vitalizá-la ao nível da interpretação e da aplicabilidade”. De acordo com ele, há “esforço para tornar a Justiça mais acessível, módica, mais próxima, ágil, segura e tecnicamente eficaz”.
Conforme ele, alguns problemas persistem ao longo dos séculos, como o nepotismo - emprego de parentes - no Judiciário, um traço comportamental “do renitente patrimonialismo colonial” e que favorece a “indistinção entre o público e o privado”. Ayres Britto não quis comentar o andamento do processo do mensalão no STF, que amanhã retoma o julgamento.
O secretário executivo da Conferência das Jurisdições Constitucionais, Isaac Paulo, assessor internacional do Tribunal Constitucional de Angola, disse que os países falantes da língua portuguesa têm problemas semelhantes. “Temos raízes históricas e culturais comuns. A nossa vivência social e jurídica não difere muito”. No entanto, elogiou: “existe particularidades em que o Brasil está muito avançado e, por isso, estamos aqui, para podermos aprender uns com os outros".
Últimas notícias
TROLLAGEM
Tainá Militão prega peça em Eder ao fingir nascimento do filho
SAÚDE
Maya Massafera é internada em São Paulo após princípio de AVC
PERTURBAÇÃO DE SOSSEGO
Fogos com barulho: Cibele Moura orienta população a denunciar casos durante campanha
JUSTIÇA
Família de Ruan Wilson convoca comunidade para manifestação por justiça em Maceió
ELEIÇÕES 2026
Célia Rocha participa de encontro com mais de 100 lideranças políticas do agreste
PARTE BAIXA DE MACEIÓ
Imóvel abandonado é localizado como possível laboratório de drogas em Maceió
Vídeos e noticias mais lidas
Comovente
Comandante da PM emociona em homenagem a coronel que morreu após mal súbito
em arapiraca
Cliente denuncia demora na entrega de carro após pagar quase R$ 110 mil
TENTATIVA DE HOMICÍDIO
Jovem de 24 anos é baleado na mão e suspeitos fogem em São Sebastião
Acesso garantido
ASA vence Goiatuba nos pênaltis e garante acesso á Série C
DESENVOLVIMENTO ATÍPICO
