Educação
Ufal pretende ampliar intercâmbio de ideias na Alemanha
26/11/2012 17h05
Internacionalizar o conhecimento. Essa é a ideia que a Universidade Federal de Alagoas tem como meta para conquistar novos espaços e, já se articula para marcar presença na região Germânica, porque 2013 será o ano Brasil-Alemanha. De acordo com o representante do Consulado, Martin Mahn, a Ufal tem grande potencial para buscar cooperações científicas internacionais em todas as áreas, especialmente as das Engenharias, Arquitetura, Design e Direito.
“É importante que as pessoas tomem conhecimento e vejam a Alemanha como uma opção interessante. O Consulado é parceiro, nós estamos aqui à disposição para intermediar as articulações e receber propostas”, comentou. Mahn ressaltou ainda que é preciso acabar com alguns esteriótipos que dificultam o intercâmbio acadêmico como, por exemplo, a máxima de que a língua é difícil. “O alemão faz diferença sim no currículo, mas o inglês também pode ajudar no início. O mais importante é que a Ufal saia de casa, porque muitas parcerias são conquistadas com as contatos pessoais entre professores”, completou.
Com perspectivas otimistas, o assessor de Intercâmbio Internacional da Ufal, professor Niraldo de Farias, avalia um leque de oportunidades onde a instituição pode se engajar por meio das opções do Catálogo de Projetos do programa do Ministério Alemão das Relações Exteriores. Os temas disponíveis são: “Economia Esporte e Sociedade”; “Cultura”; e “Educação. A princípio, o foco da Ufal está voltado para economia internacional, tecnologia da informação e as tecnologias aliadas ao esporte. Para isso, conta com o apoio do Instituo de Comutação. “A Assessoria já está empreendendo esforços para incentivar o ensino do Alemão Instrumental e permitir a inclusão em alguns projetos no ano que vem”, adiantou Niraldo.
“É importante que as pessoas tomem conhecimento e vejam a Alemanha como uma opção interessante. O Consulado é parceiro, nós estamos aqui à disposição para intermediar as articulações e receber propostas”, comentou. Mahn ressaltou ainda que é preciso acabar com alguns esteriótipos que dificultam o intercâmbio acadêmico como, por exemplo, a máxima de que a língua é difícil. “O alemão faz diferença sim no currículo, mas o inglês também pode ajudar no início. O mais importante é que a Ufal saia de casa, porque muitas parcerias são conquistadas com as contatos pessoais entre professores”, completou.
Com perspectivas otimistas, o assessor de Intercâmbio Internacional da Ufal, professor Niraldo de Farias, avalia um leque de oportunidades onde a instituição pode se engajar por meio das opções do Catálogo de Projetos do programa do Ministério Alemão das Relações Exteriores. Os temas disponíveis são: “Economia Esporte e Sociedade”; “Cultura”; e “Educação. A princípio, o foco da Ufal está voltado para economia internacional, tecnologia da informação e as tecnologias aliadas ao esporte. Para isso, conta com o apoio do Instituo de Comutação. “A Assessoria já está empreendendo esforços para incentivar o ensino do Alemão Instrumental e permitir a inclusão em alguns projetos no ano que vem”, adiantou Niraldo.
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