Interditado há um ano, prédio do Corpo de Bombeiros ameaça desabar
Parte do Prédio do 7º Grupamento de Bombeiros Militar, em Arapiraca, pode desabar a qualquer momento; há quase um ano, interditado e condenado pela Defesa Civil, parte do prédio do Corpo de Bombeiros, pede socorro.
O grupamento que é um dos maiores orgulho do Estado de Alagoas é quem precisa ser socorrido com urgência. De acordo com o Coronel Justo, do 7º (GBM), a reforma ou reconstrução da parte interditada, está sob responsabilidade do Serviços de Engenharia do Estado de Alagoas S/A (SERVEAL), e que é preciso mais seriedade por parte desse órgão, pois já vai fazer um ano de interdição.
O Coronel relatou ainda que a parte do prédio condenado não atrapalha os serviços operacionais, que são realizados por 60 militares e 3 viaturas mais uma reserva, sendo uma de salvamento, uma de resgate e outra de combate as chamas.
Quanto aos mergulhadores existem dois Militares, mas que não podem ser acionados por falta de equipamento, neste caso é convocado uma equipe de Maceió. Enquanto isso o Governador, entregava novas viaturas locadas (alugadas), para o 3º Batalhão de Polícia Militar, a poucos metros do prédio do Corpo de Bombeiros. Foi perguntado se os contratos dessas viaturas vão continuar na próxima gestão? Ou se o Estado vai ficar sem viaturas, já que 90 por cento delas, não pertencem ao Estado? ´´ Se o novo gestor, Governador quiser, em 2015, ele poder manter os contratos com as locadoras, e continuar com esses veículos`. Respondeu o Governador Teotônio Vilela, que estava a poucos metros do prédio interditado e que pode desabar a qualquer momento.
Os grupamentos de Alagoas são formados por 1.200 Bombeiros, para atender os 102 municípios, quando era preciso no mínimo 2.800. Aqui, somos responsáveis por todo Agreste, atendemos até a cidade de São Brás, aproximadamente 80 km da base, somos responsáveis também por Palmeira dos Índios, com o contingente de aproximadamente 20 militares.
Acrescentou o Coronel Justo. Perguntado sobre a taxa de incêndio, que é repassado para o Agrupamento, o Coronel respondeu que essa verba não pode ser investida em estrutura física, é para ser usada na modernização e compra de novos equipamentos de salvamento do Corpo de Bombeiros.
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