Mellina Freitas ganha foro em corte presidida pelo pai
A nomeação de Mellina Torres Freitas (PMDB) para ficar responsável pela Secretaria de Cultura de Alagoas não agradou muito a população do estado. Isso porque a atual secretária é acusada de liderar um desvio de R$15,9 milhões na época em que era prefeita da cidade de Piranhas, no sertão alagoano.
Esta novela ganhou mais um capítulo nesta segunda-feira (12), quando o caso, que teve início na 17ª Vara Criminal de Maceió, foi encaminhado para o Tribunal de Justiça (TJ), cujo presidente é o Desembargador Washington Luiz Damasceno Freitas, pai de Mellina. Secretários estaduais têm a prerrogativa de serem julgados pelo TJ.
A denúncia contra a ex-prefeita foi entregue à Justiça em abril de 2013. Na ocasião, o Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) solicitou a prisão preventiva dos 13 acusados de fraudar 23 processos de licitação e realizar 385 pagamentos ilegais entre 2009 e 2012.
O relator do processo provavelmente será sorteado entre os quatro membros da Câmara Criminal, já que o parentesco impede a participação de Washington Luiz no caso,como impede o Código de Processo Penal.
O Governador Rennan Filho informou, através da sua Assessoria de Comunicação, que a nomeação de Mellina para a pasta não tem nenhuma relação com o processo judicial e que confia na capacidade dela, e desconsidera qualquer tipo de alusão a sua gestão como prefeita de Piranhas.
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