Trotes para o SAMU chegam aos 67,45% em 2014
Um dos problemas mais sérios enfrentados pelos órgãos públicos, diz respeito aos trotes. Apesar das frequentes campanhas de conscientização que são desenvolvidas, os dados estatísticos mostram que muitas pessoas insistem em passar informações falsas para a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Conforme os números que foram divulgados esta semana, o órgão recebeu 725.426 ligações telefônicas em 2014. Desse total, a quantidade de trotes nas duas macrorregiões (Maceió e Arapiraca) foi de 67,45%, um percentual considerado ainda alto. Porém, houve uma queda se comparado com os dados relativos a 2013, cujo percentual chegou a 71,13%.
Os socorristas do SAMU atendem vítimas da violência urbana, que vão desde acidentados no trânsito, feridos por arma branca ou de fogo, outros tipos de agressões, além de atendimento clínico grave: hipoglicemia (baixa de glicose), hipotensão (baixa de pressão), além de hipertensão, entre outros.
Outro problema vivenciado pelos socorristas diz respeito a violência registrada nas cidades, necessitando de apoio policial para realizar atendimentos em situações consideradas de risco. Essas solicitações de apoio são feitas notadamente no período da noite.
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