Projeto de Horta Escolar contribui para enriquecer merenda escolar
Entre as várias estratégias utilizadas no dia-a-dia para que o conteúdo didático seja absorvido de maneira satisfatória, uma que se destaca é a conexão das teorias trabalhadas em salas de aulas com práticas reais.
Foi pensando nesta perspectiva que os professores Romualdo Rolim e Cássia Maria da Escola Municipal Monsenhor Hildebrando Veríssimo Guimarães, com o apoio da Diretora Maria do Socorro Vieira, com a colaboração dos vigilantes Martins e Cícero, da merendeira Simone e do jardineiro Manuel, tem contribuído para construir um ambiente propício para explorar a relação das crianças com a natureza fazendo com que as mesmas criem hábitos sustentáveis e ecologicamente corretos, através do Projeto Horta Escolar.
A experiência do Projeto Horta Escolar se ampliou e ganhou grandes aliados entre eles o Programa Mais Educação e profissionais de outras escolas, fizeram chegar o Projeto a Creche Maria José, a Escola Municipal Miguel Matias, a Escola Municipal João Paulo II, a Escola Municipal Olival Tenório Costa Neto, a Creche Maria Valcira de Medeiros (Chã da Imbira), a Escola Municipal Pedro de Oliveira e a Creche Lizete Alves Ferreira (Luziápolis).
O Projeto Horta Escolar teve seu inicio em 2013 e o mesmo encontra-se a todo vapor contribuindo para o enriquecimento nutricional da merenda escolar através da produção de coentro, cebolinha, tomate, couve, beterraba, berinjela, cenoura, pimenta doce, abóbora, pimentão e o cultivo da macaxeira, mas principalmente para conscientizar toda a comunidade escolar sobre a importância do meio ambiente e incentivar a formação de bons hábitos alimentares.
Através da Horta Escolar é possível levar o aluno a consumir mais hortaliças - fonte de vitaminas, fibras e sais minerais, a obter noções sobre Educação Alimentar, Ambiental e Sanitária, a difundir e incentivar o trabalho voluntário, contribuindo para o fortalecimento das atividades de cooperação na Escola Pública, e também para despertar entre os praticantes vocações profissionais.
Estudos afirmam que toda ação educacional que integre questões ambientais, que objetive mudanças de atitudes, que incentive a cooperação e a solidariedade, que pratique o respeito e a tolerância e que busque resgatar valores éticos hoje perdidos na nossa sociedade, pode ser chamada de Educação Ambiental.
Para a Secretária de Educação Neide Granja "Se desejamos que a escola forme indivíduos com capacidade de intervenção na realidade, temos que promover uma educação que dê respostas adequadas aos seus problemas, entre eles o da crise ambiental. Atitudes praticadas no ambiente escolar podem se transformar numa atitude maior quando assumida por toda a comunidade, melhorando a qualidade de vida e a relação da população com o meio ambiente".
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