Atividades do 3° BPM seguem normalizadas após ameaças de aquartelamento
Cerca de sessenta policiais militares estiveram reunidos, na tarde desta quinta-feira (18), na sede do 3° Batalhão de Polícia Militar (3° BPM), em Arapiraca, para discutir quais as ações que a tropa iria tomar após a decisão do Juiz José Cavalcanti Manso Neto, da 13ª Vara Criminal da Capital, que decretou a prisão dos cinco militares que teriam quebrado o braço do advogado Everton Thayrones, durante uma blitz realizada em Limoeiro de Anadia no início de maio.
De acordo com as primeiras informações repassadas no início da tarde por alguns dos policiais presentes, o próprio Secretário de Estado de Defesa Social, Alfredo Gastar de Mendonça, viria a Arapiraca para ver de perto o desenrolar desta história. Assim que soube da decisão judicial, o responsável pela pasta de Segurança Pública no estado se mostrou solícito e deu todo apoio aos policiais detidos.
Muitos policiais ameaçaram aquartelamento em protesto a prisão dos colegas de trabalho e a categoria pretendia realizar uma manifestação em frente ao fórum de Arapiraca, mas as ações foram desmentidas pelo próprio comandante do 3° BPM, tenente-coronel Wellington Bittencourt, que informou que as atividades seguirão dentro da normalidade.
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