Defesa Social apresenta envolvidos em incêndio a coletivos da capital
A Secretaria de Estado da Defesa Social e Ressocialização (Sedres) divulgou, na manhã desta sexta-feira (19), os nomes dos envolvidos e de outros 14 reeducandos que participaram dos atentados a três ônibus, um no conjunto Frei Damião e mais dois no bairro do Mutange.
A Secretaria informa que os atentados eram uma maneira de intimidar as ações da polícia realizadas na periferia da cidade. De acordo com o delegado Ronilson Medeiros, da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), o bando teria ordenado os ataques para balançar a moral da polícia momentos após terem realizado incursões no Jacintinho
“Logo após as operações realizadas no Jacintinho, onde tiveram prisões, os traficantes ficaram insatisfeitos com a atuação e realizaram esses atos”, revela.
Um quarto iria ser destruído na Rua Cabo Reis, no bairro da Ponta Grossa, no entanto militares da Radiopatrulha impediram a ação criminosa que desencadeou posteriormente na prisão dos mandantes da operação emuma atuação integrada entre as polícias Militar e Civil.
Ivanildo Nascimento da Silva, o “Aranha” é um dos líderes apontado por comandar de dentro do presídio, atentados ocorridos na parte baixa da cidade. Além dele, os detentos: Jhonatan Felix da Silva, conhecido como “Mago do Comando”; José Cícero Albuquerque dos Santos, vulgo “Amaral”; Gerson Alves Vieira, conhecido como “Juruna”; Anderson da Silva Sampaio, conhecido como “Andinho”; Damião José da Silva; Taílson Sobral de Oliveira, conhecido como “Bode”; Felipe de Oliveira, conhecido como “Pastor”; Alanailton Firmino da Silva, conhecido como “Alan”; Leonardo Santos de Lima, conhecido como “Léo”; Siderlan Eugênio da Silva Cruz, conhecido como “Gordinho”; José Moises Viana da Silva; e Lucas Joaquim dos Santos, o “Fumaça”, também tiveram envolvimento nos crimes apontado pela polícia.
“Temos provas robustas que a ordem saiu do sistema prisional e que eles tentaram demonstrar força, mas a situação está sob controle. Todos foram atuados por novos crimes além dos que já respondem”, informa o delegado Ronilson.
Com o esquema descoberto, a Superintendência Geral de Administração Penitenciária (SGAP) analisa agora para onde os reeducandos serão encaminhados. Boa parte será transferida para o Presídio do agreste, enquanto traficantes como o Aranha, que já estava lá, pode ser transferido para algum presídio federal.
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