Eleições e fim de ano aumentam fiscalização
A aproximação do ano eleitoral e os mais recentes casos de corrupção denunciados pelo Ministério Público Estadual (MPE)levaram o Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado de Alagoas (Sinteal) a fiscalizar, mais de perto, junto ao Fórum de Combate a Corrupção em Alagoas (Focco) a aplicação dos precatórios do extinto Fundef- Fundo de Educação Federal- em 18 cidades, e o Fundeb- substituto do Fundef.
É que em dezembro os prefeitos e o governador terão de pagar o rateio – as sobras de recursos do Fundeb.
Na próxima segunda-feira (30), o sindicato conversa com a imprensa. E não vai esconder o temor que a verba da educação seja usada para irrigar campanhas eleitorais. Ou simplesmente não exista prestação de contas do que é repassado pela União.
O encontro está marcado para às 8h 30min, na sede do sindicato, em Maceió.
O Fundeb é uma sacola milionária de dinheiro em cidades onde a maioria da população nem sabe ler ou escrever. E vive estado de indigência. A exemplo do município de Canapi, que recebeu R$ 17,6 milhões; Feira Grande (R$ 14,2 milhões) e Traipu (R$ 46,8 milhões).
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