Procon/AL divulga pesquisa de preços de produtos carnavalescos
O carnaval está se aproximando e o colorido das lojas mostra a época com muita alegria e descontração. Confete, serpentina, fantasias e buzinas são ingredientes que não podem faltar.
E para saber como estão os preços dos produtos mais utilizados no período carnavalesco, o Procon/AL realizou uma pesquisa em diversos estabelecimentos da capital para verificar os preços de acessórios e fantasias.
Foram visitados nove estabelecimentos comerciais em Maceió e analisados mais de 50 itens. Entre eles, espuma artificial, buzinas, spray colorido, máscaras, sombrinha de frevo, corneta, nariz de palhaço, fita decorativa, entre outros.
Na categoria ‘acessórios’, o saco do confete varia de R$ 2,95 a R$ 6,50 e a saia havaiana de R$ 6,99 a R$ 15,00. É possível escolher máscaras plásticas a partir de R$ 3,99 até R$ 8,60.
Para os foliões que gostam de se fantasiar, os tipos, cores e preços variam. Foram verificados tanto para crianças quanto adultos. Para quem gosta de personagens, é possível encontrar opções como Batman, Homem Aranha, e Superman. Quem gosta da tradição, encontra também roupas como de melindrosa, pirata, havaiana e presidiário (a).
Na categoria fantasia infantil, por exemplo, a opção de bailarina pode ser encontrada por R$ 75,00 a R$ 124,90; já a de índio foi encontrada por R$ 101,90 até R$ 198,00. Para quem gosta de se vestir como princesa, pode optar por valores entre R$ 56, 90 e R$ 132, 90.
Já para os adultos, opções como havaiana foram encontradas com preços a partir de R$ 22,00 chegando até R$ 145,90. A fantasia de pirata (masculina) foi encontrada a partir de R$ 98,99 até as opções mais elaboradas, por R$ 225,90.
Cuidados na hora da compra - O consumidor deve adquirir produtos em lojas especializadas em artigos para carnaval, bem como realizar pesquisa de preços. De acordo com a superintendente do Procon/AL, Flávia Cavalcante, é importante verificar se as latas de spray, por exemplo, estão lacradas e não estão amassadas. “Para evitar futuros acidentes, o consumidor deve verificar se a válvula está funcionando e se o frasco está fechado”, alertou.
“O cuidado deve ser redobrado se o produto for destinado para crianças. Deve-se observar se há riscos para sua segurança, como intoxicações, asfixias, entre outros problemas. Por isso, é importante optar por lojas especializadas em artigos para carnaval”, complementou.
A superintendente também enfatizou que todos os produtos devem possuir o selo do Inmetro, comprovando que se encontra dentro das exigências legais, e devem exigir sempre a nota fiscal no ato da compra.
Para visualizar a pesquisa completa, acesse o link: http://www.procon.al.gov.br/pesquisas-de-precos/2016/pesquisa-carnaval
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