Confiança do empresário de Maceió permanece estável
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) de Maceió apresentou, em fevereiro, uma redução discreta de 0,84%, segundo dados da pesquisa desenvolvida pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas, Estudos e Desenvolvimento de Alagoas (IFEPD AL) em parceria com a Confederação Nacional do Comércio (CNC).
Na análise do Instituto, a estabilidade do indicador demonstra que o mês de fevereiro prometia dar sequência à melhora apresentada nas vendas do final de ano – que surpreendeu os empresários da capital – e ao movimento natural de início de ano, onde geralmente há um aumento de produtos ligados a materiais escolares e de colônias de férias. Nesse contexto, alguns setores continuaram com demanda em alta, como os serviços de turismo, bebidas e alimentos.
“A expectativa do empresário apresenta esse viés mais estável porque os consumidores passam os quatro primeiros meses do ano pagando muitos impostos e, por isso, deixam mais de consumir. Além disso, o carnaval não impacta tanto na economia como, por exemplo, as festas de final de ano”, ressalta Felippe Rocha, assessor econômico da Fecomércio.
Percentuais
O ICF é formado por três subindicadores: o Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio, que estuda as percepções dos empresários do setor sobre a dinâmica da economia, do comércio e sobre o seu setor no curto prazo; o Índice de Expectativa do Empresário do Comércio, que investiga a sensibilidade do empresário com relação à economia nacional do comércio e do seu setor de médio a longo prazo; e o Índice de Investimentos do Empresário do Comércio, o qual investiga a dinâmica do empresário sobre suas intenções de fazer novos investimentos, contratações de funcionários e seu nível de estoques atual, sendo um bom indicador de curto-médio prazo.
“Ao analisar estes subindicadores, percebemos que em fevereiro houve uma melhoria de 10,92%. Isso demonstra que os empresários estavam confiantes sobre suas vendas no mês carnavalesco. Também registramos uma elevação nos indicadores sobre condições da economia (10,9%), do comércio (9,4%) e das empresas do setor do comércio (11,81%)”, disse.
Apesar da elevação destes percentuais ser considerada positiva, a pesquisa do Instituto Fecomércio AL revelou que houve uma piora de 1,68% no indicador que avalia as condições de longo prazo sobre a economia brasileira, o comércio e as empresas comerciais.
O desempenho negativo também foi apontado no índice de investimentos. Este indicador, que analisa a retomada do crescimento via contratação de funcionários e novos investimentos, caiu 5,4%. Essa queda foi puxada pelo indicador de intenção de contratação de funcionários, que apresentou uma redução de 13,89%.
Já o desempenho do indicador que mensura a situação atual de estoques registrou retração de 4,3%. Apesar desse resultado, o especialista explica que foi positivo, pois “estoques menores significam que os empresários devem adquirir novos produtos para repô-los, o que sinaliza uma movimentação de produtos e a dinâmica do mercado”, pondera o especialista.
Últimas notícias
JHC visita poço artesiano em Arapiraca e destaca ações que levam dignidade à população rural
Cabo Bebeto critica nova parceria da Sesau com hospital ligado a Gustavo Pontes
Defesa Civil alerta para risco de alagamentos e deslizamentos em Alagoas
Chuvas causam alagamentos e deixam moradores ilhados no bairro Girador, em Atalaia
Chuvas provocam adiamento de evento em homenagem ao Dia das Mães em Arapiraca
Prefeitura de Boca da Mata apura causa do incêndio que destruiu ônibus escolares
Vídeos e noticias mais lidas
Publicado edital para o concurso do Detran; veja cargos e salários
Jovem morre após complicações de dengue hemorrágica em Arapiraca
Estudantes se formam na Uninassau Arapiraca e descobrem que curso não é reconhecido
Com avanço das obras, novo binário de Arapiraca já recebe sinalização e mobiliários urbanos
