Ministério da saúde libera R$ 6 mi aos usuários do SUS de Arapiraca e Sertão
Arapiraca e mais 45 municípios do Agreste e Sertão de Alagoas receberam a liberação de recursos de R$ 6 milhões de reais do Ministério da Saúde, que serão destinados à ampliação e qualificação dos serviços de Média e Alta Complexidade aos usuários do SUS da região.
O incremento na verba ocorreu em função de solicitações feitas pelos gestores de saúde do Estado, que apresentaram projetos, mostrando as demandas necessárias para oferecer uma saúde de qualidade aos alagoanos de Arapiraca e dos municípios da II Macrorregião, que integra o Agreste e Sertão.
O recurso foi assegurado por meio da portaria N° 796 e será aplicado em custeio de novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), novos serviços, consultas, tratamentos clínicos e cirúrgicos, entre outros.
A secretária de Estado da Saúde, Rozangela Wyszomirska, afirmou que o incremento financeiro à saúde de Arapiraca irá melhorar e ampliar os serviços de saúde para população. Segundo ela, existia um déficit no teto Média e Alta Complexidade (MAC) que não permitia o equilíbrio das contas e que novas ações fossem executadas.
”Com esse incremento nos recursos destinados à Média e Alta Complexidade, Arapiraca irá equilibrar suas contas e melhorar os serviços de saúde, beneficiando os usuários do SUS”, disse a gestora.
Para o presidente do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde de Alagoas (Cosems/AL), Ubiratan Pedrosa, também secretário de Saúde de Arapiraca, com esse aumento dos recursos para Média e Alta Complexidade, haverá ampliação da oferta de serviços, como exames, diagnósticos, consultas e cirurgias.
De acordo com ele, mesmo havendo um déficit no valor que era liberado, o município trabalhava acima do teto e aplicava recursos próprios, para que aos usuários tivessem acesso a uma saúde de qualidade.
Teto MAC
É o limite financeiro da média e alta complexidade ambulatorial, destinado ao financiamento dos procedimentos e de incentivos permanentes que o governo Federal transfere todos os meses para estados e municípios.
Com a verba, os gestores estaduais e municipais podem custear serviços como consultas, exames, diagnósticos, tratamentos clínicos e cirúrgicos, ortopedia, neurologia, doenças raras e obesidade e procedimentos de Média e Alta Complexidade.
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