Promotoria interdita banheiro público e prefeitura tem 30 dias para inaugurar nova estrutura

Após receber denúncias de feirantes, o Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE/AL), por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Penedo, recomendou ao Município a interdição do banheiro público municipal localizado na Rua Sabino Romariz, bem como a inauguração e adequada manutenção do novo banheiro, localizado no Pavilhão da Farinha. A recomendação foi dada , nesta quarta-feira (17), e o prazo para adoção das medidas é de 30 dias.
O promotor de Justiça Paulo Roberto de Melo Alves Filho também cobra do Município limpeza e conservação do novo banheiro público, tal como a disponibilização do pessoal necessário para os serviços de fiscalização e higienização do local.
“Entende-se por vigilância sanitária um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde”, disse o promotor de Justiça, com base na Lei Federal nº 8.080/1990.
De acordo com a legislação, a vigilância sanitária abrange o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, relacionem-se com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo e o controle da prestação de serviços que se refiram a ela.
Denúncia dos feirantes
Antes de oficializar o procedimento junto à Prefeitura do Município, o órgão ministerial recebeu a denúncia da Associação de Feirantes e Ambulantes das Imediações do Mercado Público Municipal de Penedo (ASFEIRAMB), que relatou o “péssimo estado de conservação e insalubridade dos banheiros públicos” do local.
O MPE/AL também considerou o parecer técnico do 6º Grupamento de Bombeiros Militar do Estado de Alagoas. Segundo a corporação, os banheiros femininos e masculinos se encontravam em situação inadequada para o uso da população, uma vez que, além da insalubridade, possuíam grande parte de sua alvenaria danificada por raízes de plantas.
De acordo com os bombeiros, a vegetação crescia nas paredes internas da edificação, tornando-se o principal fator de risco para o colapso da estrutura.
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