Brasil
Norte e Nordeste concentram maior parte de crianças aptas à adoção
Crianças com idade até cinco anos são as mais procuradas pelos candidatos à adoção
16/10/2012 05h05
As regiões Norte e Nordeste concentram a maior parte das crianças com idade até 5 anos aptas à adoção. Esta faixa etária é procurada por 90% dos candidatos a pais adotivos e corresponde a 9% das 5.281 crianças e adolescentes inscritos no Cadastro Nacional de Adoção (CNA).
O estudo Encontros e Desencontros da Adoção no Brasil: uma Análise do Cadastro Nacional de Adoção, feito pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e divulgado hoje (15), constatou que no Norte do país, 26,5% das crianças aptas à adoção têm menos de 5 anos, no Nordeste elas são 16,9%. Nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste o índice não chega a 10%.
Para adotar crianças com até 3 anos, o percentual de adotantes é 56%. Em contrapartida, apenas 3% das crianças e adolescentes inscritos no CNA têm essa idade.
O Brasil tem hoje 28.151 homens e mulheres que desejam adotar um filho. Destes, 85% estão nas regiões Sudeste e Sul, 40% têm entre 40 e 49 anos e 79,1% são casados. Entre os solteiros, divorciados, separados judicialmente e viúvos, as mulheres são 80% dos que querem adotar um filho.
O Sudeste responde por 48,5% das pessoas que pretendem adotar crianças e adolescentes cadastrados no CNA, a Região Sul por 36,5%. Em seguida vêm o Nordeste (6,7%), Centro-Oeste (5,9%) e a Região Norte (2,3%).
O estudo conclui que o grande obstáculo para a adoção no Brasil ainda é a exigência de idade por parte dos pretendentes, principalmente daqueles que têm preferência por crianças brancas. Segundo a pesquisa, os pais que buscam exclusivamente esse perfil racial, em geral, não aceitam crianças com mais de 3 anos de idade.
No Norte, este é o perfil de 85,6% dos candidatos a pais adotivos, no Nordeste são 82,6% dos candidatos, no Centro-Oeste 88,7%. No Sul e no Sudeste o percentual de candidatos que têm preferência por crianças brancas passa dos 90%.
As crianças e os adolescentes brancos aptos à adoção são 12% do total no Norte, 14,1% no Nordeste, 23,5% no Centro-Oeste, 52,8% na Região Sul e 26,9% no Sudeste.
Por outro lado, o estudo aponta que aqueles que aceitam unicamente crianças pretas, pardas ou indígenas costumam ser mais flexíveis e, em geral, não fazem outros tipos de restrição como de idade ou sexo. O percentual de pretendentes com esse perfil é maior nas regiões Norte e Centro-Oeste, cerca de 50%, enquanto a média nacional é aproximadamente 35%.
Já quem procura crianças mais velhas, com mais de 6 anos, não costuma fazer restrições em relação às demais características do futuro filho, indica o estudo.
O estudo Encontros e Desencontros da Adoção no Brasil: uma Análise do Cadastro Nacional de Adoção, feito pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e divulgado hoje (15), constatou que no Norte do país, 26,5% das crianças aptas à adoção têm menos de 5 anos, no Nordeste elas são 16,9%. Nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste o índice não chega a 10%.
Para adotar crianças com até 3 anos, o percentual de adotantes é 56%. Em contrapartida, apenas 3% das crianças e adolescentes inscritos no CNA têm essa idade.
O Brasil tem hoje 28.151 homens e mulheres que desejam adotar um filho. Destes, 85% estão nas regiões Sudeste e Sul, 40% têm entre 40 e 49 anos e 79,1% são casados. Entre os solteiros, divorciados, separados judicialmente e viúvos, as mulheres são 80% dos que querem adotar um filho.
O Sudeste responde por 48,5% das pessoas que pretendem adotar crianças e adolescentes cadastrados no CNA, a Região Sul por 36,5%. Em seguida vêm o Nordeste (6,7%), Centro-Oeste (5,9%) e a Região Norte (2,3%).
O estudo conclui que o grande obstáculo para a adoção no Brasil ainda é a exigência de idade por parte dos pretendentes, principalmente daqueles que têm preferência por crianças brancas. Segundo a pesquisa, os pais que buscam exclusivamente esse perfil racial, em geral, não aceitam crianças com mais de 3 anos de idade.
No Norte, este é o perfil de 85,6% dos candidatos a pais adotivos, no Nordeste são 82,6% dos candidatos, no Centro-Oeste 88,7%. No Sul e no Sudeste o percentual de candidatos que têm preferência por crianças brancas passa dos 90%.
As crianças e os adolescentes brancos aptos à adoção são 12% do total no Norte, 14,1% no Nordeste, 23,5% no Centro-Oeste, 52,8% na Região Sul e 26,9% no Sudeste.
Por outro lado, o estudo aponta que aqueles que aceitam unicamente crianças pretas, pardas ou indígenas costumam ser mais flexíveis e, em geral, não fazem outros tipos de restrição como de idade ou sexo. O percentual de pretendentes com esse perfil é maior nas regiões Norte e Centro-Oeste, cerca de 50%, enquanto a média nacional é aproximadamente 35%.
Já quem procura crianças mais velhas, com mais de 6 anos, não costuma fazer restrições em relação às demais características do futuro filho, indica o estudo.
Últimas notícias
ACIDENTE
Helicópteros colidem no ar e deixa seis mortos no Rio de Janeiro
É SÃO JOÃO!
Hoje é dia de forró e cultura popular na programação do São João Raiz de Maceió
É SÃO JOÃO!
São João de Arapiraca inicia neste domingo e leva arraiás comunitários para bairros e zona rural
FATALIDADE
Pilastra de residência desaba e mata duas crianças em Maceió
DETIDOS
Dois homens são presos acusados de furto qualificado em Arapiraca
SÃO PAULO
Vereadora por Limeira cobra responsabilização por morte de jovem em salto de rope jump
Vídeos e noticias mais lidas
covid-19
Profissionais de saúde são contratados para substituir doentes por covid-19
MOBILIDADE URBANA
Prefeitura anuncia inauguração da avenida Senador Benedito de Lira com Raí Saia Rodada
resposta
Após demissão de Moro, Bolsonaro fará declaração às 17h
Luto
Fernando Barbosa, fundador do tradicional Bar do Caldinho, morre aos 76 anos em Arapiraca
VIOLÊNCIA
