Polícia Federal usa 20 homens para prender o ex-prefeito Celso Luiz
Vinte policiais federais formaram o contingente do efetivo utilizado pela Instituição em Alagoas para prender o ex-prefeito de Canapí e Mata Grande, Celso Luiz Brandão Malta. Celso foi preso na própria residência, no Condomínio Aldebaran, em Maceió.
A segunda fase da Operação Triângulo das Bermudas, denominada “Operação Deusa da Espada”, deflagrada na manhã desta sexta-feira (12) prendeu três pessoas incluindo o ex-prefeito. Além dele, são os ex-secretários Jorge Valença e Carlos Alberto, e o ex-vice-prefeito de Canapi, Genaldo Vieira.
Eles são acusados dos crimes de lavagem de dinheiro, desvio de verbas federais, organização criminosa e fraude à lei de licitações.
Celso Luiz e os dois outros presos foram enquadrados pela Polícia Federal dentro de uma Organização Criminosa, que segundo a PF, é responsável por um prejuízo que chega a R$ 17 milhões, dinheiro oriundo do antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) e de outros programas do governo federal na área de educação, que foi depositado pela União nas contas da prefeitura de Canapi, entre 2015 e 2016.
Esta a segunda teve como objetivo o cumprimento de três mandados de prisão preventiva e diligências nos municípios de Canapi/AL, Mata Grande/AL, Santana do Ipanema/AL, Maceió/AL e Aracaju/SE. Um quarto mandado de prisão não foi cumprido até o momento, uma vez que o investigado não foi encontrado até o momento, estando em local incerto e não sabido.
Os mandados de prisões foram expedidos pela juíza Camila Monteiro Pullin Milan, titular da 11ª Vara da Justiça Federal, subseção judiciária de Santana do Ipanema/AL.
Os presos foram conduzidos à Superintendência Regional de Polícia Federal em Alagoas.
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