Joesley comprou vibrador com WI-FI, mas usou gravador de quinta para gravar esquema de propina
Antes de botar fogo na República, Joesley Batista, o empresário que delatou um esquemão de propina com o suposto aval do presidente Michel Temer, parecia só querer incendiar seu casamento. Se ele usou um gravador mequetrefe para registrar conversas comprometedoras, o mesmo não ocorreu quando se aventurou a comprar, na companhia da mulher, a jornalista Ticiana Villas Boas, um vibrador de última geração.
A aquisição aconteceu em setembro de 2015, no Pleasure Chest, um badalado sex shop no Upper West Side, em Nova York, cidade em que o casal mantém uma cobertura e costumava ir sempre, mesmo antes da delação premiada. O que Joesley e Ticiana não sabiam é que, ao entrar no local, esbarrariam com a fotógrafa Adriana Spaca. “Eu estava de férias, na casa de uma amiga e fomos à loja, que mais parece uma galeria de arte. Quando eles chegaram, ouvi os dois falando em português e me virei para olhar. Os reconheci”, conta Spaca: “Eles não sabiam que a loja era um sex shop, mas já que entraram, ficaram um tempão olhando os produtos”.
Adriana conta que ficou de olho no que os dois compravam. “Levaram um vibrador com wi-fi e alguns lubrificantes em gel“, recorda ela. Pelo brinquedinho erótico, Joesley desembolsou algo em torno de R$ 500, mas produtos similares já foram mostrados em feiras eróticas no Brasil por cerca de R$ 2 mil. O produto pode ser controlado de longe, através do celular conectado.
As fotos de Joesley Batista e Ticiana Villas Boas foram publicadas em setembro de 2015 pelo jornalista Álvaro Leme em seu blog. Na época, o casal não despertava tanta curiosidade e comoção como agora. “Ninguém sabia quem era ele. Quando saiu da loja, era Joesley que levava a sacola preta com os produtos, andando a pé, sem segurança”, relembra Spaca.
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