Operador de câmera que fotografou Paolla Oliveira nua confessa crime

Um operador de câmera freelancer, cuja identidade não foi divulgada, confessou à polícia ter fotografado, de forma clandestina, a atriz Paolla Oliveira, 35, enquanto ela trocava de roupa durante uma gravação de “Assédio”, série da Globo feita em parceria com a produtora O2 Filmes.
As imagens da atriz foram feitas em uma locação em Avaré (SP). Numa sequência de três fotos, Paolla aparece apenas de sutiã, sem roupa na parte debaixo. Em outras duas fotos ela já está vestida.
Em comunicado enviado à imprensa na ultima quinta-feira (1º), a emissora confirmou que as fotos foram feitas dentro de um set de gravação e disse que vai aprimorar suas medidas de segurança. No texto, a Globo ainda afirmou repudiar com veemência esse tipo de abuso.
No mesmo dia, a O2 também divulgou nota lamentando o ocorrido e manifestando indignação. “Esta atitude, que invade a privacidade do trabalho da atriz, desrespeita e prejudica a todos os colegas e profissionais envolvidos nessa produção.”
Em seu perfil no Instagram, a atriz se disse explorada e desrespeitada por um colega de trabalho. “Até quando a invasão da privacidade de um ser humano, o desrespeito a um ambiente de trabalho e a atitude desonesta de trair a confiança de colegas de trabalho serão tratados como um ato de esperteza em nossa sociedade? Esta é a pergunta que me faço e gostaria de compartilhar com todos.”
Paolla também afirmou que a pessoa que tirou as fotos é um criminoso e que transformou o trabalho dela em uma oportunidade para tirar vantagens. “Em um ambiente controlado, fechado e profissional, um criminoso resolveu fazer fotos clandestinas de um momento mais sensual da série e divulgar em redes sociais. O que para mim é trabalho se transformou em oportunidade para alguém tentar tirar vantagens?, disse.
“Assédio”, que ainda não tem previsão de estreia, é inspirada na história do ex-médico Roger Abdelmassih, condenado por abusar de pacientes. Na trama, Paolla interpreta Carolina, a segunda mulher do profissional que chegou a ser considerado um dos maiores especialistas em reprodução assistida do país.
Segundo Fefito, que assina a coluna Zapping, publicada diariamente no jornal Agora e no F5, a Globo não usará os verdadeiros nomes para evitar problemas na Justiça. Escrita por Maria Camargo e com supervisão de José Luiz Villamarim, a trama se baseia no livro “A Clínica: A Farsa e Os Crimes de Roger Abdelmassih”.
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