Prefeito de Pão de Açúcar é condenado a pagar multas por fraudar pesquisas eleitorais
No último dia 5, o Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL) recusou o pedido da defesa do prefeito de Pão de Açúcar Flávio Almeida (MDB), sobre o processo que acusa o gestor de manipular resultados de pesquisas eleitorais e, assim, interferir no resultado da eleição municipal.
O juiz eleitoral Edvaldo Landeosi condenou o prefeito a pagamento de multa por uso de artifícios ilícitos de manipulação da eleição municipal. Segundo consta no processo, Flávio divulgou resultados de pesquisas fraudulentas para induzir pessoas a votarem em sua legenda partidária. O julgamento do processo ainda será agendado pelo TRE/AL.
Flávio já cumpre outro processo eleitoral, movido pelo mesmo juiz, onde teve seu mandato cassado e seus direitos políticos suspensos, tornando-se inelegível por 8 anos. A acusação, desta vez, disse respeito a abuso de poder econômico, fazendo-se uso de uma ONG que prestava serviço para comunidade com intenções eleitorais. O processo ainda não foi julgado e Flávio continua podendo atuar como prefeito.
O vice-prefeito Clayton Farias é também indiciado nos dois processos que Flávio responde.
Veja também
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
