Medidas do acordo com caminhoneiros é prioridade para o Governo
É prioridade do Palácio do Planalto aprovar duas medidas provisórias, que fazem parte do acordo fechado pelo governo com os caminhoneiros em junho, após a greve da categoria. Pelo menos foi o que comentou o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, responsável pela articulação política.
Esta deve ser a última semana de votações antes da eleição. As MPs perdem o prazo de validade em 10 de outubro. As duas ainda precisam ser lidas na Câmara para então entrarem na pauta, o que pode ocorrer nesta terça-feira.
Mesmo depois disso, devem ser colocadas em votação após o primeiro item da pauta, que é a medida provisória sobre o fim do Fundo Soberano - um tipo de poupança feita pela União para amenizar o efeito de crises econômicas sobre o país.
Nos últimos dias, entidades que se nomeiam como representantes dos caminhoneiros têm divulgado informações sobre a possibilidade de uma nova paralisação. Para o ministro da Secretaria de Governo, não há risco de nova greve.
O que está sendo questionado na Justiça é a legalidade da tabela de preços mínimos para o frete. Na sexta-feira, em nota, a Abcam, Associação Brasileira dos Caminhoneiros disse que está monitorando o cumprimento do acordo e negou qualquer movimentação para uma nova greve. Agora, é ver para crer.
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