MC Carol critica Anitta sobre pioneirismo feminino no funk
A cantora publicou um vídeo no Instagram e no Facebook em que rebate as frases da colega de profissão
A MC Carol usou suas redes nesta sexta-feira (22) para criticar a cantora Anitta, que disse a uma rádio espanhola ter promovido a abertura de espaço para as mulheres no mercado do funk brasileiro.
A cantora publicou um vídeo no Instagram e no Facebook em que rebate as frases da colega de profissão, além de citar diversas artistas que fizeram sucesso no Brasil e em outros países, como Tati Quebra-Barraco, Verônica Costa, Deise Tigrona e Valesca Popozuda.
"Eu sou fã, mas nem por isso vou bater palma para tudo", disse Carol ao ser questionada por um seguidor.
"Até hoje somos, ainda ganhamos menos, não temos os mesmos tratamentos, mas naquela época era 100 vezes pior. Aliás, na época que eu entrei, que a Anitta entrou, já estava mamão com açúcar, amor.", afirmou.
Ironizando a situação, ela postou mensagens no Twitter questionando se Anitta teria sido pioneira ao fazer o passo de dança "moonwalk" ou na descoberta do Brasil.
Ainda na sexta, Carol publicou no Twitter cenas de "Sou feia, mas tô na moda", documentário de 2005 que fala sobre o protagonismo feminino no funk e o ambiente cultural e econômico em torno do gênero musical.
Veja também
Últimas notícias
Bolsonaro volta à prisão na PF após receber alta hospitalar
Primeira-dama e prefeito JHC divulgam programação do Verão Massayó 2026
Turistas e ambulantes bloqueiam trânsito na orla da Ponta Verde e DMTT pede apoio da polícia
Jangada com fogos vira no mar e provoca pânico durante Réveillon em Maragogi
Primeiro bebê de 2026 em Alagoas nasce no Hospital da Mulher, em Maceió
Gusttavo Lima faz pocket show surpresa em resort na Barra de São Miguel e encanta hóspedes
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
