[Vídeo] Mãe pede ajuda para custear lentes e devolver visão do filho
O pai do adolescente retirou um câncer no cérebro e está desempregado
Um apelo de mãe. Edjane Alves da Silva, de 40 anos, residente no bairro Bomsucesso, na cidade de Arapiraca, está vivendo momentos de angústia e desespero. Seu filho do meio, Italo de 14 anos, foi diagnosticado com ceratocone, uma doença rara que atinge a córnea. Os óculos não resolvem mais a enfermidade, e o jovem necessita de lentes que custam R$ 4.600,00.
Italo está sem estudar desde o começo do ano, pois só enxerga vultos, e por conta do problema, o jovem está com indícios de depressão. A mãe está desemprega e seu marido, que trabalhava como autônomo, de mototáxi e cabeceiro, retirou um tumor maligno no cérebro há cerca de dois meses e está desempregado, e ainda não conseguiu auxílio doença.
O jovem faz tratamento no Hospital Universitário, em Maceió, e já foi solicitada um transplante de córnea, uma vez que os tratamentos não respondem e a doença está evoluindo rapidamente. Até a chegada do transplante, são necessárias lentes de contato especiais para que Italo volte a enxergar e também para que a doença não progrida.
Sem condições financeiras, a mãe fez um apelo para quem puder contribuir, com qualquer quantia:
Caixa Econômica:
Ag 4813
Op 013
Conta 00012905-7
Edjane Alves da Silva
Mais informações: 82 99648-8237
Veja o vídeo:
Ceratocone
O ceratocone é uma enfermidade que faz com que a córnea se projete para a frente, formando uma saliência em forma de cone, o que pode levar ao comprometimento da visão.
A córnea funciona como uma lente fixa sobre a íris, a área colorida dos olhos, e, através da pupila, projeta a luz sobre a retina. Alterações na transparência e curvatura da córnea podem comprometer a visão. O defeito do ceratocone impede a projeção de imagens nítidas na retina e pode promover o desenvolvimento de grau elevado de astigmatismo irregular e miopia.
Ceratocone é uma doença genética rara, de caráter hereditário e evolução lenta, que se manifesta mais entre 10 e 25 anos, mas pode progredir até a quarta década de vida ou estabilizar-se com o tempo.
Há casos de pessoas com história da doença na família que apresentam um quadro de ceratocone subclínico, sem sintomas. Quando eles aparecem, porém, variam de acordo com a fase da doença. O mais característico é a perda progressiva da visão, que se torna borrada e distorcida (tanto para longe quanto para perto) e obriga a aumentar com frequência o grau das lentes dos óculos até que a solução é substituí-los por lentes de contato, que podem ser de diferentes tipos.
A enfermidade atinge cerca de 150 mil pessoas por ano no Brasil e pode atingir os dois olhos de maneira assimétrica, ou seja, o distúrbio pode afetar mais um olho que o outro.
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