Escola estadual em Traipu é 2º lugar na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia de 2020
Alunos construíram um protótipo de barco marítimo removedor de entulhos
A construção de um protótipo de barco marítimo removedor de entulhos deu à Escola Estadual Maria Avelina do Carmo, da cidade de Traipu, o segundo lugar nacional na 18ª Edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), organizada pela Universidade de São Paulo (USP).
O resultado da competição foi divulgado neste sábado (4), em cerimônia virtual transmitida para todo o país.
A 18ª edição da Febrace contou com 345 projetos finalistas, de 27 estados brasileiros. Os projetos foram desenvolvidos por 761 estudantes do Ensino Fundamental, Médio e Técnico de 295 escolas em todo o território nacional.
Orientados pela professora Taciana Santos da Silva, os estudantes Ronaldo Silva Souza e Noberth Leonardo Farias Galvão desenvolveram um protótipo de Barco Marítimo Removedor de Resíduos, com o propósito de recolher lixo e outros materiais presentes nas águas do Rio São Francisco, em Traipu. De acordo com os estudantes-cientistas, o barco é formado em sua base por madeira mulungu e na plataforma com peças de modelix e motores.
A Escola Estadual Maria Avelina do Carmo, da cidade de Traipu, tem na direção a professora Sandra Cecília e na coordenação pedagógica Elisângela Antunes. Ligada à 5ª Gerência Regional de Educação (Gere), comandada pela a professora Ana Valéria Peixoto, a unidade de ensino tem recebido total apoio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), que tem à frente o vice-governador e secretário de Educação Luciano Barbosa.
Outros projetos
Além da premiação nacional para a Escola Estadual Maria Avelina do Carmo (Traipu), Alagoas teve nove projetos selecionados para o maior evento científico da educação no Brasil. Desse total, cinco projetos foram de escolas da rede estadual.
Foram selecionados os projetos: “Análise dos Efeitos Inseticidas a Partir do Louro Visando o Controle de Baratas Urbanas”, da Escola Estadual Izaura Antônia de Lisboa, de Arapiraca; “Deata – Dispositivo de Exame Audiométrico Tonal com Arduíno”, da Escola Estadual Ana Lins, de São Miguel dos Campos; “Mudança de Hábitos: Por Uma Linha sem Lixo”, da Escola Estadual Humberto Mendes, de Palmeira dos Índios, e “Viver Vale a Pena: Ambiente Digital Interativo Para Jovens e Adolescentes Vítimas de Depressão”, da Escola Estadual Nossa Senhora da Conceição, de Lagoa da Canoa.
A Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace) é promovida anualmente pelo Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Poli-USP, a FEBRACE é a maior feira brasileira pré-universitária de Ciências e Engenharia em abrangência e visibilidade. Seu objetivo é estimular a cultura científica, a inovação e o empreendedorismo na educação básica e técnica, despertando novas vocações nessas áreas e induzindo práticas pedagógicas inovadoras nas escolas.
A edição deste ano teve o patrocínio da Petrobras, Samsung, Oracle, Embaixada e Consulados dos EUA no Brasil, com o apoio institucional do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações e Comunicações (MCTIC), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
