Essa mulher é uma psicopata não pode viver em sociedade, afirma filha de mototaxista degolado
Rosilene Farias da Silva, 31 anos, foi presa na última sexta-feira(05)
Na manhã desta segunda-feira (05) Nayra Layane Bezerra da Silva, filha do mototaxista José Bezerra da Silva, 45 anos, degolado em fevereiro deste ano, concedeu entrevista exclusiva ao Portal 7Segundos e contou detalhes do crime macabro que ceifou a vida do pai dela. Na última sexta-feira (02), Rosilene Farias da Silva, principal suspeita do crime foi presa em Arapiraca. A ação foi coordenada pelo delegado Filipe Caldas em cumprimento a mandado de prisão expedido pela 5ª Vara Criminal de Arapiraca.
Em entrevista ao Portal 7Segundos Nayra Layane Bezerra da Silva contou detalhes do crime. Ela relatou que o pai era separado da mãe dela há bastante tempo. E depois conheceu Rosilene Farias mantendo um relacionamento de quatro anos até ele ser cruelmente assassinado.
De acordo com a filha do mototaxista, em fevereiro desse ano, José Bezerra teria descoberto que além dele, Rosilene tinha outro amante mesmo sendo casada. .
"Meu pai ameaçou contar ao marido dela todo o histórico de traições e por isso foi dopado e degolado. Essa mulher é uma psicopata e não pode viver no meio da sociedade", desabafou a filha do mototaxista.

José Bezerra da Silva, 45 anos, foi degolado em fevereiro desse ano
Ainda segundo Nayra Layane, o pai era um homem bom, trabalhador, não fumava e nem bebida, e teve a vida covardemente ceifada por uma mulher fria e calculista.
"Ela fez uma vitamina de banana para ele que o deixou desacordado. Depois, com uma faca degolou o meu pai", contou Nayra.
Segundo a família, antes de matar o mototaxista, Rosilene Farias da Silva, mesmo já casada com outro homem, tinha um documento de união estável firmada em cartório com José Bezerra, portanto cometeu o crime de bigamia.

Rosilene Farias da Silva tem uma filha de 15 anos e mesmo após o crime o marido continuou com ela
"Na época em que eles começaram a se relacionar meu pai tinha recebido uma rescisão trabalhista no valor de R$ 30 mil , possuía um carro, uma moto, casa própria. Ela fez o documento para ter direito a esses bens", relatou a filha.
Cinco meses após o crime a família do mototaxista degolado se sente um pouco aliviada porque a assassina foi presa. Agora eles confiam na Justiça para que ela seja julgada e condenada por esse bárbaro crime.
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